10% de desconto

Diva - The Ultimate Collection - Cassete Música

de Maria Callas
editora: Emi, Janeiro de 1996 ‧
10,75€
10% DESCONTO CARTÃO

ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Vissi D'Arte
A2 - Un Bel Dì Vedremo
A3 - La Mamma Morta
A4 - Una Voce Poco Fa
A5 - O Nume Tutelar
A6 - Compagne... Come Per Me Sereno
A7 - Gualtier Maldè... Caro Nome
A8 - In Quelle Trine Morbide
B1 - Sì, Mi Chiamano Mimi
B2 - Donde Lieta Uscì (Mimi's Farewell)
B3 - O Mio Babbino Caro
B4 - Ebben? Ne Andrò Lontana
B5 - Ombra Leggiera (Shadow Song)
B6 - Signore, Ascolta
B7 - In Questa Reggia
B8 - Vogliatemi Bene (Love Duet)
C1 - L'Amour Est Un Oiseau Rebelle (Habanera)
C2 - Les Tringles Des Sistres Tintaient (Gypsy Song)
C3 - Printemps Qui Commence
C4 - Mon Coeur S'Ouvre A Ta Voix
C5 - Ah! Je Veux Vivre (Waltz Song)
C6 - Je Ne Suis Che Faiblesse... Adieu, Notre Petite Table
C7 - J'ai Perdu Mon Eurydice
C8 - Porgi Amor
D1 - Casta Diva
D2 - Regnava Nel Silenzio
D3 - Nel Dì Della Vittoria... Vieni! T'Affretta
D4 - Ritorna Vincitor
D5 - Suicidio!
D6 - Ave Maria

Informação Adicional
Cassette version, in fatbox.

Diva - The Ultimate Collection - Cassete

de Maria Callas

Propriedade Descrição
editora: Emi
Data de Lançamento: Janeiro de 1996
Dimensões: 110 x 160 x 13 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Clássica
EAN: 0724356595248
Número de discos: 2
Formato: Cassette / Compilation

SOBRE O ARTISTA

Maria Callas

Maria Callas, nascida em 2 de dezembro de 1923 em Nova Iorque, foi uma das mais célebres sopranos de todos os tempos, conhecida tanto pela sua extraordinária voz quanto pela sua intensidade dramática e presença de palco. Famosa pela sua capacidade de interpretar uma ampla gama de papéis, desde os mais líricos aos mais dramáticos, Callas é muitas vezes referida como "La Divina" devido à sua influência e importância no mundo da ópera. A sua carreira, marcada por triunfos artísticos e uma vida pessoal tumultuosa, fez dela uma figura icónica não só na música clássica, mas também na cultura popular.

Filha de pais gregos, Maria Callas mudou-se para Atenas com a sua mãe ainda na infância, onde começou os seus estudos de canto. Sob a orientação de Elvira de Hidalgo, uma famosa soprano espanhola, Callas desenvolveu a sua técnica vocal e começou a construir a sua carreira. Em 1941, estreou-se na Ópera Nacional da Grécia, e rapidamente chamou a atenção pelo seu talento excepcional.

O verdadeiro início da carreira internacional de Callas deu-se em 1947, quando foi convidada para substituir outra cantora no papel de La Gioconda na Arena de Verona. A sua interpretação foi um grande sucesso e abriu as portas para uma série de apresentações nos mais prestigiados teatros de ópera do mundo. Durante os anos 1950, Callas tornou-se a estrela principal da La Scala, em Milão, onde colaborou com o diretor Luchino Visconti e o maestro Tullio Serafin, que a ajudaram a moldar o seu estilo interpretativo único.

Maria Callas era conhecida pela sua habilidade em trazer uma profundidade emocional e dramática às suas interpretações, o que a destacava entre as suas contemporâneas. Ela conseguia combinar uma técnica vocal rigorosa com uma expressividade intensa, que permitia explorar os aspetos mais sombrios e complexos dos personagens que interpretava. O seu repertório era vasto e incluía óperas de compositores como Verdi, Puccini, Bellini e Rossini. Callas foi particularmente aclamada pelos seus papéis em Norma, La Traviata, Tosca, e Lucia di Lammermoor.

A sua voz, única e inconfundível, era caracterizada por um timbre rico, uma extensão vocal ampla e uma capacidade de articulação clara e precisa. Apesar de algumas críticas sobre o desgaste precoce da sua voz, possivelmente devido ao rigoroso regime de apresentações e gravações, Callas conseguiu manter um nível artístico elevado ao longo da sua carreira.

A vida pessoal de Maria Callas também foi objeto de intensa atenção mediática. O seu relacionamento amoroso com o magnata grego Aristóteles Onassis, que começou nos anos 1950, foi amplamente divulgado e envolveu muita controvérsia, especialmente após Onassis ter terminado o relacionamento para se casar com Jacqueline Kennedy, a viúva do Presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy.

Nos últimos anos da sua carreira, Callas começou a afastar-se das apresentações ao vivo, com a sua última atuação em palco a ocorrer em 1965. Ela passou a dedicar-se mais às gravações e ao ensino, mas o seu legado como intérprete de ópera já estava solidificado. A sua capacidade de combinar técnica, emoção e uma presença de palco inigualável fez dela uma das figuras mais influentes na história da ópera.

Maria Callas faleceu a 16 de setembro de 1977, em Paris, aos 53 anos, deixando um legado duradouro na música clássica. As suas gravações continuam a ser referência para cantores e amantes da ópera em todo o mundo, e a sua vida e carreira permanecem como um exemplo de dedicação artística e paixão. Callas não foi apenas uma cantora de ópera; ela foi uma verdadeira artista que redefiniu os padrões de performance e interpretação, e o seu impacto ainda é sentido décadas após a sua morte.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA