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Counting Out Time - CD Música

de Genesis
editora: Audio Vaults, Janeiro de 2026 ‧
16,71€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Cuckoo Cocoon
02 - In the Cage
03 - The Grand Parade of Lifeless Packaging
04 - The Story of Rael
05 - Back in N.Y.C.
06 - Hairless Heart
07 - Counting Out Time
08 - The Carpet Crawlers
09 - Lilywhite Lilith
10 - The Waiting Room
11 - Anyway
12 - Silent Sorrow in Empty Boats
13 - The Colony of Slippermen - Part 1: Arrival
14 - Ravine
15 - The Light Dies Down On Broadway
16 - Riding the Scree
17 - Watcher of the Skies

Counting Out Time - CD

de Genesis

Propriedade Descrição
editora: Audio Vaults
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Rock
EAN: 5060209011523
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Genesis

Genesis é uma das bandas mais icónicas e influentes da história do rock progressivo e do pop-rock, conhecida pela sua capacidade de evoluir e se reinventar ao longo de várias décadas. Formada em 1967, em Godalming, Surrey, Inglaterra, a banda começou como um grupo de rock progressivo antes de se transformar numa das maiores bandas de pop-rock dos anos 1980 e 1990. A formação clássica da banda inclui Tony Banks (tecladista), Mike Rutherford (baixista e guitarrista), Peter Gabriel (vocalista e flautista) e Phil Collins (baterista e vocalista).

Genesis começou como um projeto escolar, com os membros fundadores Tony Banks, Mike Rutherford, Peter Gabriel, Anthony Phillips e Chris Stewart. O seu álbum de estreia, From Genesis to Revelation (1969), teve pouca repercussão, mas a banda continuou a desenvolver o seu som, caracterizado por composições complexas, letras introspectivas e uma abordagem teatral às performances ao vivo.

O verdadeiro avanço da banda veio com o álbum Nursery Cryme (1971), que marcou a entrada de Phil Collins como baterista e Steve Hackett como guitarrista, consolidando a formação clássica do Genesis. Este álbum, juntamente com Foxtrot (1972), mostrou a banda a explorar temas épicos e a desenvolver a sua sonoridade progressiva. A peça central de Foxtrot, "Supper's Ready," uma suíte de 23 minutos, tornou-se um marco do rock progressivo, destacando a habilidade da banda em combinar narrativa com música elaborada e sofisticada.

Em 1973, Genesis lançou Selling England by the Pound, um dos álbuns mais aclamados da banda, que inclui clássicos como "Firth of Fifth," "The Cinema Show," e "I Know What I Like (In Your Wardrobe)." O álbum é frequentemente citado como um dos melhores trabalhos do rock progressivo, mostrando a banda no auge da sua criatividade, com arranjos complexos e letras enigmáticas.

Em 1974, Genesis lançou o ambicioso álbum duplo The Lamb Lies Down on Broadway, que foi o último álbum com Peter Gabriel como vocalista. Este álbum conceitual contou uma história surreal e complexa, baseada em temas de identidade e transformação. The Lamb Lies Down on Broadway é amplamente considerado uma obra-prima do rock progressivo, mas também marcou um ponto de viragem para a banda. Após a digressão do álbum, Peter Gabriel deixou o grupo para seguir uma carreira solo de sucesso.

Após a saída de Gabriel, Phil Collins assumiu o papel de vocalista principal, e a banda começou a explorar um som mais acessível e comercial. A Trick of the Tail (1976) e Wind & Wuthering (1976) mostraram que a banda podia prosperar sem Gabriel, com Collins a trazer uma nova dimensão ao som da banda. Canções como "Ripples" e "Dance on a Volcano" continuaram a tradição progressiva, enquanto ao mesmo tempo a banda começou a experimentar canções mais curtas e radiofónicas.

Nos anos 1980, Genesis fez uma transição bem-sucedida para o pop-rock, alcançando um sucesso comercial massivo com álbuns como Duke (1980), Abacab (1981), Genesis (1983) e Invisible Touch (1986). Este último, em particular, tornou-se o maior sucesso comercial da banda, com singles como "Invisible Touch," "Land of Confusion," e "Tonight, Tonight, Tonight" a dominar as paradas. O som da banda tornou-se mais orientado para sintetizadores e batidas eletrónicas, refletindo as tendências da época, mas mantendo a habilidade da banda de criar músicas cativantes e memoráveis.

Phil Collins, que também seguiu uma carreira solo de enorme sucesso durante este período, conseguiu equilibrar ambos os papéis, mantendo Genesis no topo das paradas enquanto continuava a gravar e fazer digressões como artista solo. A popularidade da banda durante esta época foi tão grande que muitos fãs os conheceram mais pelo trabalho nos anos 80 do que pelos seus álbuns progressivos dos anos 70.

Nos anos 90, Genesis lançou We Can't Dance (1991), que incluiu sucessos como "No Son of Mine" e "I Can't Dance." Este álbum foi outro sucesso comercial, mas marcou o final da era Collins, que deixou a banda em 1996 para se concentrar na sua carreira solo e em outros projetos.

Após a saída de Collins, Genesis lançou o álbum Calling All Stations (1997) com Ray Wilson como vocalista, mas o álbum não conseguiu replicar o sucesso anterior, e a banda entrou num hiato prolongado. No entanto, em 2007, Collins, Banks e Rutherford reuniram-se para a digressão Turn It On Again, que foi bem recebida pelos fãs e mostrou que a magia da banda ainda estava viva.

Genesis é amplamente reconhecida como uma das bandas mais importantes e influentes da história do rock, com uma carreira que abrangeu múltiplas fases e estilos. Desde as complexas suítes do rock progressivo até aos sucessos pop dos anos 80, a capacidade da banda de se reinventar constantemente garantiu-lhes um lugar duradouro na história da música. O seu legado continua a influenciar uma vasta gama de músicos, e as suas canções, tanto as épicas quanto as mais acessíveis, permanecem como marcos incontornáveis na evolução do rock.

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