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Common Touch - CD Música

de Stanley Turrentine
editora: Blue Note, Janeiro de 2024 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Buster Brown
02 - Blowin' In The Wind
03 - Lonely Avenue
04 - Boogaloo
05 - Common Touch
06 - Living Through It All

Common Touch - CD

de Stanley Turrentine

Propriedade Descrição
editora: Blue Note
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz Soul
EAN: 4988031620991
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Stanley Turrentine

Stanley Turrentine, nascido em 1934 em Pittsburgh, Pensilvânia, foi um saxofonista tenor norte-americano cuja sonoridade quente e expressiva o tornou uma das figuras mais queridas do jazz soul e do hard bop. Conhecido pelo timbre robusto e cheio de lirismo, conseguiu unir sofisticação técnica e acessibilidade popular, conquistando tanto o público do jazz tradicional como o das novas fusões sonoras dos anos 1970.

Criado numa família de músicos, Turrentine começou a tocar saxofone ainda jovem, influenciado pelo ambiente musical vibrante da sua cidade natal. A primeira grande experiência profissional surgiu no final da década de 1950, quando integrou a banda de blues de Lowell Fulson e, pouco depois, a de Ray Charles, onde desenvolveu o fraseado intenso e comunicativo que marcaria toda a sua carreira.

Nos anos 1960, estabeleceu-se como líder em gravações para a Blue Note Records, lançando álbuns clássicos como Look Out! (1960) e Up at "Minton's" (1961). Foi também nesse período que consolidou a colaboração com a organista Shirley Scott, com quem se casou e formou uma das parcerias mais marcantes do jazz soul da época.

Com discos como Never Let Me Go (1963) e Joyride (1965), Turrentine tornou-se um dos intérpretes mais expressivos da sua geração, capaz de transitar entre baladas cheias de emoção e improvisações energéticas.

Nos anos 1970, adaptou-se às novas tendências, gravando para a CTI Records e explorando fusões entre jazz, funk e música popular. Trabalhos como Sugar (1970) e Don't Mess with Mister T. (1973) ampliaram o seu público, tornando-se clássicos do jazz soul e aproximando-o das sonoridades contemporâneas sem perder a essência jazzística.

Ao longo das décadas, Turrentine manteve-se ativo em palco e em estúdio, sempre fiel a um estilo marcado pela melodia, calor humano e comunicação direta com o público.

Stanley Turrentine faleceu em 2000, mas deixou um legado riquíssimo, reconhecido como um dos saxofonistas tenores mais carismáticos e influentes da história do jazz, mestre em unir sofisticação e popularidade num equilíbrio raro.

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