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Colori - Vinil Música

de Ennio Morricone
editora: Quartet Records, Janeiro de 2026 ‧
70,44€
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portes grátis

ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Senza Motivo Apparente (Sans Mobile Apparent)
A2 - Poesia Di Una Donna (Veruschka, Poesia Di Una Donna)
A3 - La Lucertola (Una Lucertola Con La Pelle Di Donna)
A4 - Veruschka (Veruschka, Poesia Di Una Donna)
A5 - Una Donna Da Ricordare (Maddalena)
B1 - Giornata Nera Per L'Ariete (Giornata Nera Per L'Ariete)
B2 - Sole Sulla Pelle (Una Lucertola Con La Pelle Di Donna)
B3 - Immagini Del Passato (Veruschka, Poesia Di Una Donna)
B4 - Ninna Nanna In Blu (Il Gatto A Nove Code)
B5 - Idiota (Maddalena)a

Informação Adicional
Quartet Records, in collaboration with GDM and EMI General Music, presents the first vinyl reissue of Ennio Morricone’s iconic album COLORI, celebrating its 55th anniversary.

This new vinyl edition has been remastered by Chris Malone from the original sources and retains the original cover featuring a painting by Alessandra Morricone - the composer’s daughter - as well as the original liner notes by Fabrizio Zampa.

Colori - Vinil

de Ennio Morricone

Propriedade Descrição
editora: Quartet Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz
EAN: 8436560849605
Duração (m): 43
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP / Compilation / Limited Edition / Reissue

SOBRE O ARTISTA

Ennio Morricone

Ennio Morricone foi um compositor, maestro e arranjador italiano, nascido a 10 de novembro de 1928 em Roma, Itália, e falecido a 6 de julho de 2020. Ele é amplamente considerado um dos maiores compositores de bandas sonoras da história do cinema, com uma carreira que abrangeu mais de seis décadas e mais de 500 partituras para filmes e televisão, além de mais de 100 obras clássicas. Morricone é conhecido pela sua capacidade de criar música evocativa e inovadora que transcende géneros e estilos, e muitas das suas composições tornaram-se parte indissociável da cultura popular.

Morricone iniciou a sua formação musical no Conservatório de Santa Cecília em Roma, onde estudou trompete, composição e regência. Após concluir os estudos, começou a trabalhar como arranjador e compositor de música para cinema e televisão na Itália. A sua grande oportunidade veio na década de 1960, quando começou a colaborar com o realizador Sergio Leone, um amigo de infância, em vários filmes que viriam a definir o género dos western spaghetti.

A colaboração entre Morricone e Leone começou com o filme Per un pugno di dollari (Por Um Punhado de Dólares, 1964), e continuou com Per qualche dollaro in più (Por Mais Alguns Dólares, 1965) e Il buono, il brutto, il cattivo (O Bom, o Mau e o Vilão, 1966). Estas bandas sonoras, especialmente a de O Bom, o Mau e o Vilão, tornaram-se icónicas e redefiniram o papel da música nos filmes. A música de Morricone para esses filmes era inovadora e diferente de qualquer coisa que já tinha sido feita no cinema: ele incorporava sons pouco convencionais, como assobios, disparos, sinos de igreja, chicotes e guitarras elétricas, criando uma atmosfera única que captava perfeitamente o espírito dos filmes de Leone.

O tema principal de O Bom, o Mau e o Vilão é uma das peças mais reconhecíveis da história do cinema e tornou-se um símbolo da música western. Esta colaboração entre Morricone e Leone culminou com C'era una volta il West (Aconteceu no Oeste, 1968) e Giù la testa (Aguenta-te, Canalha!, 1971), que também são amplamente aclamadas por suas partituras.

Embora Morricone seja mais famoso pelas suas bandas sonoras para westerns spaghetti, o seu trabalho abrange uma vasta gama de géneros e estilos. Ele compôs música para thrillers, dramas, comédias, filmes de guerra e filmes de arte, colaborando com alguns dos mais renomados realizadores de todo o mundo, incluindo Pier Paolo Pasolini, Bernardo Bertolucci, Brian De Palma, Terrence Malick, Roland Joffé e Quentin Tarantino.

Uma das suas bandas sonoras mais aclamadas é para o filme The Mission (A Missão, 1986), realizado por Roland Joffé. A música de Morricone para The Mission é uma das mais emocionantes e poderosas da sua carreira, combinando coros indígenas com orquestração clássica e captando de forma magistral o conflito espiritual e cultural no coração do filme. O tema "Gabriel's Oboe" é especialmente notável pela sua beleza lírica e tornou-se uma das suas peças mais queridas.

Morricone também recebeu elogios por sua partitura para Nuovo Cinema Paradiso (Cinema Paraíso, 1988), realizado por Giuseppe Tornatore. Este filme, uma celebração do cinema e da memória, é acompanhado por uma trilha sonora que é ao mesmo tempo nostálgica e comovente, capturando a essência emocional do filme de forma perfeita.

Ao longo da sua carreira, Morricone recebeu inúmeros prémios e honrarias, incluindo dois Óscares: um em 2007 pelo conjunto da sua obra e outro em 2016 pela banda sonora do filme The Hateful Eight de Quentin Tarantino, que lhe rendeu o Óscar de Melhor Banda Sonora Original. Além disso, Morricone ganhou três Globos de Ouro, seis BAFTAs e vários outros prémios importantes da indústria cinematográfica.

Apesar da sua vasta produção de música para cinema, Morricone nunca deixou de compor música clássica e de concerto, criando obras para orquestra, coral, câmara e solo. Ele também foi um maestro respeitado, conduzindo muitas das suas próprias composições em concertos por todo o mundo.

Ennio Morricone é amplamente considerado um dos maiores mestres da composição cinematográfica, tendo criado um legado que continua a influenciar compositores e realizadores até hoje. A sua música, caracterizada por uma combinação única de inovação, emoção e técnica, permanece viva não apenas nos filmes para os quais foi composta, mas também na memória coletiva de milhões de pessoas em todo o mundo.

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