Choice Cuts - CD Música

de Carcass
editora: Earache, maio de 2004 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Genital Grinder
02 - Maggot Colony
03 - Exhume to Consume
04 - Swarming Vulgar Mass of Infected Virulency
05 - Tools of the Trade
06 - Corporal Jigsore Quandary
07 - Incarnate Solvent Abuse
08 - Buried Dreams
09 - No Love Lost
10 - Heartwork
11 - Keep On Rotting in the Free World
12 - R**k the Vote
13 - This Is Your Life
14 - Crepitating Bowel Erosion
15 - Slash Dementia
16 - Cadaveric Incubator of Endoparasites
17 - Reek of Putrefaction
18 - Empathological Necroticism
19 - Foeticide
20 - Fermenting Innards
21 - Exhume to Consume

Choice Cuts - CD

de Carcass

Propriedade Descrição
editora: Earache
Data de Lançamento: maio de 2004
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Metal > Death/Grindcore
EAN: 5055006522013
Duração (m): 78.40
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Carcass

Carcass é uma banda britânica de metal extremo formada em 1985 em Liverpool. A banda é amplamente reconhecida como uma das pioneiras dos subgêneros grindcore e death metal melódico, exercendo uma influência significativa sobre o desenvolvimento de ambos os estilos. A formação original incluía o guitarrista Bill Steer e o vocalista e baixista Jeff Walker, sendo mais tarde completada por Ken Owen na bateria.

Carcass começou sua carreira no cenário underground do metal com uma sonoridade brutal e crua. O primeiro álbum da banda, Reek of Putrefaction (1988), é conhecido por sua produção lo-fi e letras grotescas e macabras, que abordam temas de necrofilia, patologia e outros tópicos relacionados ao corpo humano em decomposição. Este álbum é frequentemente citado como um dos marcos fundadores do grindcore, caracterizado por sua velocidade extrema, letras chocantes e canções curtas e intensas.

No segundo álbum, Symphonies of Sickness (1989), Carcass começou a incorporar mais elementos de death metal em seu som, mantendo a brutalidade, mas introduzindo riffs mais complexos e estruturas de músicas mais desenvolvidas. Este álbum é visto como um avanço em termos de produção e composição, solidificando o estatuto de Carcass no cenário do metal extremo.

Em 1991, a banda lançou Necroticism – Descanting the Insalubrious, que representou uma evolução significativa no som de Carcass. O álbum mostrou uma abordagem mais técnica e complexa, com composições mais longas e intricadas, destacando a habilidade musical dos membros da banda. Este álbum é considerado um dos melhores trabalhos da banda e é frequentemente citado como um clássico do death metal.

A maior mudança no som de Carcass veio com o lançamento de Heartwork em 1993. Este álbum é amplamente creditado como um dos primeiros e mais influentes álbuns de death metal melódico. Heartwork combinou a intensidade do death metal com melodias harmoniosas, solos de guitarra mais elaborados e uma produção mais polida. Faixas como "Heartwork" e "No Love Lost" tornaram-se emblemáticas do novo estilo da banda, que inspiraria inúmeras outras bandas na cena do metal melódico.

Após o lançamento de Swansong (1996), que apresentou uma sonoridade ainda mais acessível e melódica, a banda se separou. No entanto, Carcass se reuniu em 2007 e desde então lançou novos álbuns, incluindo Surgical Steel (2013), que foi bem recebido por fãs e críticos, e Torn Arteries (2021), que mostrou a banda continuando a explorar suas raízes no metal extremo enquanto incorpora novas influências.

Carcass continua a ser uma das bandas mais influentes no metal extremo, tanto pelo seu impacto na criação do grindcore quanto pelo desenvolvimento do death metal melódico. A banda é reverenciada por sua habilidade de evoluir e inovar ao longo dos anos, mantendo-se relevante e respeitada no cenário do metal global.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA