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Charles Ives: Orchestral Works - CD Música

de Charles Ives
editora: NAXOS, novembro de 2024 ‧
20,79€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Ragtime Dance No. 1
02 - Ragtime Dance No. 2
03 - Ragtime Dance No. 3 (Alternate Start)
04 - Ragtime Dance No. 4
05 - Fugue in Four Keys On the Shining Shore
06 - The Pond (Remembrance)
07 - The Rainbow (Version 1)
08 - An Old Song Deranged
09 - Skit for Danbury Fair
10 - The Gong On the Hook and Ladder Or Firemen's Parade On Main Street
11 - Chromâtimelôdtune
12 - Tone Roads No. 1
13 - Tone Roads No. 3
14 - Set of Incomplete Works and Fragments
15 - March No. 2, With Son of a Gambolier
16 - March No. 3, With My Old Kentucky Home
17 - March, the Circus Band
18 - No. 1 in D Major
19 - No. 4. Valse Noble
20 - No. 1 in C Minor

Charles Ives: Orchestral Works - CD

de Charles Ives

Propriedade Descrição
editora: NAXOS
Data de Lançamento: novembro de 2024
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Clássica
EAN: 0636943995426
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Charles Ives

Charles Ives (1874–1954) foi um compositor e pioneiro da música moderna americana, amplamente reconhecido por seu estilo inovador e sua abordagem experimental à composição. Nascido a 20 de outubro de 1874, em Danbury, Connecticut, Ives é considerado uma das figuras mais importantes da música clássica do século XX, embora sua música tenha sido inicialmente ignorada ou subestimada pelo público e pela crítica.

A música de Charles Ives é notável por seu uso criativo de dissonâncias, polifonia complexa, mudanças abruptas de tonalidade e ritmos irregulares, além de suas influências da música popular americana, incluindo folk e música popular urbana. Ele também incorporou elementos da música das tradições locais de Connecticut e da herança americana de música de bandas, o que deu às suas composições uma qualidade única e profundamente pessoal.

Ives começou seus estudos musicais com o pai, que era um músico autodidata e um dos primeiros a introduzir a ideia de experimentação sonora. Ele continuou sua educação formal no Yale College, onde teve uma formação clássica sob a orientação do compositor Horatio Parker, mas sempre manteve seu interesse por explorar formas musicais inovadoras. Em vez de seguir as convenções musicais da época, Ives começou a desenvolver um estilo único que se distanciava das normas estabelecidas, muitas vezes utilizando dissonâncias e experimentando com a forma musical.

Apesar de suas contribuições significativas para a música, a maior parte da carreira de Ives foi dedicada a uma vida paralela como empresário de seguros, profissão que ele seguiu com grande sucesso. Isso permitiu-lhe a independência financeira para compor sem pressões externas, mas também significou que a maior parte de sua música não foi amplamente divulgada até depois de sua morte.

Entre as suas obras mais importantes estão suas sinfonias, especialmente a Primeira Sinfonia (1904), que foi composta quando Ives era ainda jovem, e a Segunda Sinfonia (1909), que reflete seu estilo amadurecido. No entanto, foi a sua Quarta Sinfonia (1916-1927) que se tornou um dos maiores exemplos de seu trabalho experimental e inovador. A sinfonia é notável pela sua complexidade, uso de múltiplos tempos e de diferentes estilos musicais em uma única obra. Outras obras importantes incluem a "Concord Sonata" (1915), uma sonata para piano que reflete sua exploração de dissonâncias e seu interesse pela filosofia transcendental, e a peça "The Unanswered Question" (1906), que combina a música tonal com técnicas de dissonância radical.

Charles Ives foi um compositor autodidata em muitos aspectos e usou sua música para refletir sua própria visão filosófica da vida e da música, sendo influenciado por suas experiências na América e por sua paixão por novas ideias e experimentação. Embora suas obras não tenham sido amplamente reconhecidas enquanto ele ainda estava vivo, hoje ele é considerado uma das figuras mais importantes da música moderna americana. Sua música influenciou muitos compositores contemporâneos, como Aaron Copland, John Cage e outros músicos modernos que também exploraram a dissonância e a liberdade estrutural em suas obras.

A música de Ives agora é amplamente respeitada e suas obras são frequentemente interpretadas por orquestras e pianistas ao redor do mundo, sendo ele considerado uma das grandes figuras do século XX, cuja visão musical inovadora ajudou a moldar a música clássica moderna.

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