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Café Atlantico - CD Música

de Césaria Evora
editora: Lusafrica, Janeiro de 2000 ‧
10,75€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Flôr Di Nha Esperança
02 - Vaquinha Mansa
03 - Amor Di Mundo
04 - Paraiso Di Atlantico
05 - Sorte
06 - Carnaval De São Vicente
07 - Desilusão Dum Amdjer
08 - Nho Antone Escaderode
09 - Beijo De Longe
10 - Roma Criola
11 - Perseguida
12 - Maria Elena
13 - Cabo Verde Mandá Mantenha
14 - Terezinha
15 - Nho Confissao
16 - E Doce Morrer No Mar

Café Atlantico - CD

de Césaria Evora

Propriedade Descrição
editora: Lusafrica
Data de Lançamento: Janeiro de 2000
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: World Music > Latina
EAN: 0743217533922
Duração (m): 65
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Césaria Evora

Cesária Évora, nascida em 1941 em Mindelo, Cabo Verde, foi uma das maiores intérpretes da música lusófona e ficou mundialmente conhecida como a "diva dos pés descalços", alcunha que simbolizava a sua simplicidade e ligação ao povo. Com a sua voz profunda e melancólica, tornou-se embaixadora do género morna, levando ao mundo a alma da música cabo-verdiana.

Criada em ambiente humilde, começou a cantar em bares e casas de fado de Mindelo, interpretando mornas e coladeras que falavam de amor, saudade e da dureza da vida cabo-verdiana. Durante anos, a sua carreira limitou-se ao circuito local, até que, já nos anos 1980, foi descoberta por produtores europeus que reconheceram o seu talento singular.

O álbum La Diva aux Pieds Nus (1988) marcou o início da projeção internacional, mas foi com Miss Perfumado (1992) que Cesária Évora se tornou uma estrela mundial. Canções como "Sodade" transformaram-se em hinos universais de melancolia e pertença, conquistando públicos muito para além das fronteiras de Cabo Verde.

Nos anos seguintes, lançou discos como Cesária (1995), Café Atlântico (1999) e Voz d'Amor (2003), este último vencedor de um Grammy. A sua voz inconfundível, capaz de transmitir ternura e dor em cada sílaba, consolidou-a como uma das maiores intérpretes da música global.

Ao vivo, cantava sempre descalça, gesto que dizia ser em solidariedade com os pobres do seu país. Essa simplicidade, aliada ao carisma natural, fez dela uma figura inesquecível para todos os que a viam em palco.

Cesária Évora faleceu em 2011, mas deixou um legado imenso: transformou a morna em património da humanidade e deu a Cabo Verde uma voz eterna no mapa musical do mundo.

Hoje, é lembrada como uma das maiores cantoras do século XX, símbolo de autenticidade, emoção e da universalidade da música cabo-verdiana.

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