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Cabo Verde - Vinil Música

de Césaria Evora
editora: Lusafrica, Janeiro de 2018 ‧
43,93€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Tchintchirote
A2 - Sabine Larga'm
A3 - Partida
A4 - Sangue De Beirona
B1 - Apocalipse
B2 - Mar E Morada De Sodade
B3 - Bo E Di Meu Cretcheu
C1 - Coragem Irmon
C2 - Quem Bô É
C3 - Regresso
C4 - Zebra
D1 - Mae Velha
D2 - Pe Di Boi
D3 - Ess Pais

Cabo Verde - Vinil

de Césaria Evora

Propriedade Descrição
editora: Lusafrica
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Dimensões: 312 x 308 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: World Music > Africana
EAN: 0190758538518
Duração (m): 62
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Césaria Evora

Cesária Évora, nascida em 1941 em Mindelo, Cabo Verde, foi uma das maiores intérpretes da música lusófona e ficou mundialmente conhecida como a "diva dos pés descalços", alcunha que simbolizava a sua simplicidade e ligação ao povo. Com a sua voz profunda e melancólica, tornou-se embaixadora do género morna, levando ao mundo a alma da música cabo-verdiana.

Criada em ambiente humilde, começou a cantar em bares e casas de fado de Mindelo, interpretando mornas e coladeras que falavam de amor, saudade e da dureza da vida cabo-verdiana. Durante anos, a sua carreira limitou-se ao circuito local, até que, já nos anos 1980, foi descoberta por produtores europeus que reconheceram o seu talento singular.

O álbum La Diva aux Pieds Nus (1988) marcou o início da projeção internacional, mas foi com Miss Perfumado (1992) que Cesária Évora se tornou uma estrela mundial. Canções como "Sodade" transformaram-se em hinos universais de melancolia e pertença, conquistando públicos muito para além das fronteiras de Cabo Verde.

Nos anos seguintes, lançou discos como Cesária (1995), Café Atlântico (1999) e Voz d'Amor (2003), este último vencedor de um Grammy. A sua voz inconfundível, capaz de transmitir ternura e dor em cada sílaba, consolidou-a como uma das maiores intérpretes da música global.

Ao vivo, cantava sempre descalça, gesto que dizia ser em solidariedade com os pobres do seu país. Essa simplicidade, aliada ao carisma natural, fez dela uma figura inesquecível para todos os que a viam em palco.

Cesária Évora faleceu em 2011, mas deixou um legado imenso: transformou a morna em património da humanidade e deu a Cabo Verde uma voz eterna no mapa musical do mundo.

Hoje, é lembrada como uma das maiores cantoras do século XX, símbolo de autenticidade, emoção e da universalidade da música cabo-verdiana.

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