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Britten: War Requiem - CD Música

de Benjamin Britten
editora: Warner Classics, outubro de 2013 ‧
30,05€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Requiem Aeternam: Requiem Aeternam - Te Decet
02 - Requiem Aeternam: What Passing Bells - Kyrie Eleison
03 - Dies Irae: Dies Irae
04 - Dies Irae: Bugles Sang
05 - Dies Irae: Liber Scriptus
06 - Out There, We've Walked Quite Friendly Up to Death
07 - Dies Irae: Recordare
08 - Dies Irae: Confutatis
09 - Be Slowly Lifted Up
10 - Lacrimosa
11 - Offertorium: Domine Jesu Christe
12 - Offertorium: Quam Olim Abrahae
13 - Hostias Et Preces
14 - Offertorium: Reprise of Quam Olim Abrahae
15 - Sanctus: Sanctus, Hosanna and Benedictus
16 - Sanctus: After the Blast of Lightning
17 - Agnus Dei
18 - Libera Me: Libera Me - Reprise of Dies Irae
19 - Libera Me: It Seemed That Out of Battle I Escaped
20 - Libera Me: None, Said the Other
21 - Let Him Sleep Now - In Paradisum - Requiem Aeternam and Requiescant in Pace

Britten: War Requiem - CD

de Benjamin Britten

Propriedade Descrição
editora: Warner Classics
Data de Lançamento: outubro de 2013
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Clássica
EAN: 5099961544826
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Benjamin Britten

Benjamin Britten foi um dos maiores compositores britânicos do século XX, nascido a 22 de novembro de 1913 em Lowestoft, Suffolk, Inglaterra, e falecido a 4 de dezembro de 1976 em Aldeburgh, Suffolk. Britten é conhecido por sua vasta contribuição à música clássica, especialmente no campo da ópera, música coral e obras orquestrais. Ele também é reconhecido como maestro e pianista, além de ser uma figura central na revitalização da ópera inglesa.

Britten começou a demonstrar um talento musical precoce, estudando com compositores como Frank Bridge e mais tarde na Royal College of Music em Londres. A sua primeira obra a ganhar grande reconhecimento foi Sinfonia da Requiem (1940), uma obra orquestral que reflete o seu pacifismo e que foi escrita durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, foi com a ópera Peter Grimes (1945) que Britten alcançou fama internacional. Peter Grimes é considerada uma das maiores óperas do século XX e é notável por sua exploração profunda da psicologia humana e pela complexidade musical.

Britten escreveu várias outras óperas importantes, como Billy Budd (1951), The Turn of the Screw (1954), e A Midsummer Night’s Dream (1960). Cada uma dessas obras mostra a habilidade de Britten em adaptar obras literárias para o palco operático, mantendo um estilo lírico e acessível, mas ao mesmo tempo inovador.

Além de suas óperas, Britten também é conhecido por suas contribuições à música coral, incluindo obras como War Requiem (1962), que é amplamente considerada uma das suas obras-primas. O War Requiem foi composto para a reconsagração da Catedral de Coventry, destruída durante a Segunda Guerra Mundial, e combina textos litúrgicos tradicionais com a poesia de Wilfred Owen, explorando temas de guerra, morte e redenção.

Britten foi um dos primeiros compositores a abordar abertamente temas sociais e políticos em sua música, incluindo questões como pacifismo, homossexualidade e as dificuldades enfrentadas pelos indivíduos em uma sociedade repressiva. Ele também teve uma parceria de longa data com o tenor Peter Pears, que foi a inspiração e intérprete principal de muitas de suas obras.

Britten fundou o Festival de Aldeburgh em 1948, que ainda hoje é um dos principais festivais de música clássica da Inglaterra. O seu legado continua a ser celebrado em todo o mundo, com a sua música ainda amplamente executada e apreciada por sua beleza, inovação e profundidade emocional.

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