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Boys Don't Cry (86 Mix) - Vinil Música

de The Cure
editora: Rhino Records, Janeiro de 2026 ‧
30,84€
24,67€
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portes grátis

ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Boys Don't Cry (86 Mix)
A2 - Boys Don't Cry (86 12" Mix)
B1 - Plastic Passion (79 Mix)
B2 - Pillbox Tales (86 Mix)
B3 - Do The Hansa (86 Mix)

Informação Adicional
Top opening card sleeve, thin spine without text. Reconfigured cover art.
Die cut black paper inner sleeve.
Hype sticker applied to the shrink-wrap: "Boys Don't Cry 1986 'New Voice New Mix' Version Available For The First Time In 40 Years"

From back cover:
This Compilation & © 2026 Fiction Records Ltd, Under Exclusive License To Rhino Entertainment Company, A Warner Music Group Company, For U.S.A. And Canada.
All Rights Reserved. Manufactured For And Marketed By Rhino Entertainment Company, 777 S. Santa Fe Ave., Los Angeles, CA 90021.
Unauthorized Duplication Is A Violation Of Applicable Laws. Made In Canada. R1 728876 / 603497805280.
WMIS Limited, Cannon Place, 78 Cannon St, London EC4N 6AF, UK. Warner Music Group Germany Holding GmbH, Alter Wandrahm 14, 20457 Hamburg, Germany. [email protected]

Runouts: Stamped except 0199957322386 A2 MATT @ METROPOLIS and 0199957322386 B2 etched, and 0248 laser-etched

A1: Resung / Remixed 1986
A2: Resung / Club Mixed
B1: Sung / Mixed 1979
B2 and B3: Sung 1979 / Remixed 1986

Boys Don't Cry (86 Mix) - Vinil

de The Cure

Propriedade Descrição
editora: Rhino Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Punk/Hardcore/Emo
EAN: 0603497805280
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / 12" / 45 RPM / Single / Reissue / Remastered / Stereo

SOBRE O ARTISTA

The Cure

The Cure, uma das bandas mais influentes e icónicas do rock alternativo e pós-punk, foi formada em Crawley, Inglaterra, em 1976. Liderada pelo carismático e enigmático Robert Smith (vocalista, guitarrista e principal compositor), a banda passou por várias mudanças na formação ao longo dos anos, mas sempre manteve Smith como o seu núcleo criativo. A sua música é conhecida pela combinação de melodias cativantes, letras introspectivas e uma estética sombria e gótica.

O álbum de estreia dos The Cure, "Three Imaginary Boys," foi lançado em 1979 e apresentou a banda ao público com um som minimalista e post-punk. Canções como "10:15 Saturday Night" e "Fire in Cairo" demonstraram o potencial da banda. No entanto, foi com o lançamento de "Boys Don't Cry" em 1980, uma compilação dos seus primeiros trabalhos, que a banda começou a ganhar maior reconhecimento, especialmente com a faixa-título "Boys Don't Cry," que se tornou um hino atemporal.

Durante os anos seguintes, The Cure lançou uma série de álbuns que definiram o seu som e consolidaram a sua base de fãs. "Seventeen Seconds" (1980), "Faith" (1981) e "Pornography" (1982) são frequentemente referidos como a "Trilogia da Desolação," devido ao seu tom sombrio e introspectivo. Faixas como "A Forest," "Primary" e "The Figurehead" mostraram a profundidade emocional e a complexidade musical da banda.

Em meados da década de 1980, The Cure começou a experimentar uma mudança de som, incorporando elementos mais pop e acessíveis. O álbum "The Head on the Door" (1985) foi um marco neste sentido, apresentando hits como "In Between Days" e "Close to Me." Este álbum ajudou a banda a alcançar um público mais amplo sem comprometer a sua integridade artística.

O sucesso comercial continuou com o lançamento de "Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me" em 1987, um álbum duplo que incluiu sucessos como "Just Like Heaven," "Why Can't I Be You?" e "Catch." A capacidade de Robert Smith de combinar temas sombrios com melodias cativantes consolidou o seu talento como compositor.

Em 1989, The Cure lançou um dos seus álbuns mais aclamados pela crítica, "Disintegration." Este álbum é frequentemente considerado uma obra-prima, com faixas icónicas como "Lovesong," "Pictures of You," e "Lullaby." "Disintegration" foi um sucesso comercial e crítico, reforçando a reputação da banda como uma das forças mais importantes no rock alternativo.

Os anos 90 trouxeram mais sucessos para The Cure, incluindo o álbum "Wish" (1992), que apresentou os hits "Friday I'm in Love" e "High." No entanto, a banda também enfrentou desafios, incluindo mudanças na formação e a pressão de manter o seu sucesso contínuo.

Ao longo das décadas seguintes, The Cure continuou a lançar novos álbuns e a fazer turnês mundiais, mantendo uma base de fãs leal. Álbuns como "Bloodflowers" (2000), "The Cure" (2004) e "4:13 Dream" (2008) demonstraram a capacidade da banda de evoluir e experimentar, mantendo-se relevante no cenário musical.

Para além da música, The Cure são conhecidos pela sua estética distintiva, especialmente a imagem de Robert Smith, com o seu cabelo despenteado, maquilhagem carregada e roupas pretas. Esta imagem tornou-se icónica e influenciou muitas bandas e fãs ao longo dos anos.

Em 2019, The Cure foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame, um reconhecimento merecido pelo seu impacto duradouro na música. A banda continua a ser uma força ativa, tanto em estúdio como ao vivo, encantando novas gerações de fãs com a sua música intemporal.

Em resumo, The Cure são uma banda que transcendeu géneros e gerações, com uma capacidade única de combinar beleza melódica com profundidade emocional. A sua influência na música e na cultura popular é imensurável, e o seu legado continua a inspirar e a ressoar com fãs de todo o mundo.

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