Blur's Country House - CD Música

de Blur
editora: FOOD, Janeiro de 1995 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Blur - Country House
02 - Blur - One Born Every Minute
03 - Blur & Françoise Hardy - To The End

Informação Adicional
Different from the standard edition in that this has black writing with a white picture (the other has white writing & black picture). On the CD there is a cat reaching up at leaves (the other is a picnic hamper). There is also no EMI logo on this version.

The version of "To The End" with Françoise Hardy is the same as "To The End (La Comedie)" which appears on other Blur releases.

Françoise Hardy appears by kind permission of Virgin Records France.
Published by MCA Music Ltd.

1995. The copyright in this sound recording is owned by Food Ltd, a division of EMI Records Ltd. ©1995 Food Ltd. All rights of the producer and of the owner of the work reproduced reserved, unauthorised copying, hiring, renting, public performance and broadcasting of this recording prohibited.

Manufactured and distributed by EMI. Printed in U.K.

Blur's Country House - CD

de Blur

Propriedade Descrição
editora: FOOD
Data de Lançamento: Janeiro de 1995
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0724388233828
Duração (m): 11
Número de discos: 1
Formato: CD / Single

SOBRE O ARTISTA

Blur

Blur é uma das bandas mais influentes e importantes da cena britânica dos anos 1990, frequentemente creditada como uma das líderes do movimento Britpop. Formada em 1988 em Londres, a banda é composta por Damon Albarn (vocalista e tecladista), Graham Coxon (guitarrista e vocalista), Alex James (baixista) e Dave Rowntree (baterista). Com uma mistura de rock alternativo, pop e elementos da música britânica tradicional, Blur ajudou a definir o som de uma geração e teve um impacto duradouro na música britânica e global.

Blur começou como uma banda de rock alternativo, mas rapidamente evoluiu para se tornar uma das forças motrizes do Britpop, um movimento que celebrou a cultura e a música britânicas como uma resposta ao grunge norte-americano. O primeiro álbum da banda, Leisure (1991), refletia a influência do shoegaze e do Madchester, movimentos que dominavam a cena musical britânica na época. Singles como "She's So High" e "There's No Other Way" foram sucessos que estabeleceram Blur como uma banda promissora no início dos anos 1990.

No entanto, foi com o segundo álbum, Modern Life Is Rubbish (1993), que Blur começou a definir a sua identidade e a afastar-se do som predominante da época. Este álbum marcou o início de uma nova fase, onde a banda começou a incorporar influências do pop britânico dos anos 1960 e 1970, com letras que refletiam a vida e a cultura britânicas. Modern Life Is Rubbish foi aclamado pela crítica e é frequentemente considerado um dos álbuns fundadores do Britpop.

O verdadeiro sucesso de Blur veio com o lançamento de Parklife (1994), que é amplamente considerado um dos melhores álbuns da década de 1990. Parklife incluiu sucessos como "Girls & Boys," "End of a Century," e a faixa-título "Parklife," que se tornaram hinos do Britpop. O álbum foi um sucesso comercial e crítico, catapultando Blur para o estrelato e estabelecendo-os como uma das principais bandas da sua geração.

A rivalidade com outra banda icónica do Britpop, Oasis, foi amplamente documentada pela imprensa musical e culminou no chamado "Battle of Britpop" em 1995, quando os singles "Country House" de Blur e "Roll with It" de Oasis foram lançados na mesma semana. Blur ganhou a disputa nas paradas, com "Country House" alcançando o número um no Reino Unido, mas a competição apenas serviu para aumentar o perfil de ambas as bandas.

O quarto álbum da banda, The Great Escape (1995), continuou o sucesso de Blur, mas também marcou o início de uma mudança na sua sonoridade. A banda começou a explorar temas mais sombrios e complexos, afastando-se um pouco do som otimista do Britpop. Singles como "The Universal" e "Charmless Man" refletiram essa evolução, mostrando uma banda que estava em constante crescimento e transformação.

Em 1997, Blur lançou o seu quinto álbum, homónimo, que representou uma mudança significativa no som da banda. Influenciado pelo indie rock americano e pelo lo-fi, o álbum apresentou um som mais cru e menos polido, contrastando com o estilo exuberante dos seus álbuns anteriores. O single "Song 2," com seu refrão explosivo "Woo-hoo!" tornou-se um sucesso global e uma das canções mais conhecidas da banda.

Nos anos que se seguiram, Blur continuou a explorar novas direções musicais. 13 (1999) foi um álbum mais experimental, com influências de música eletrónica e psicadélica, refletindo as tensões internas na banda e as mudanças nas suas vidas pessoais. Canções como "Tender" e "Coffee & TV" mostraram uma banda em transição, lidando com temas de amor, perda e alienação.

Após um hiato e a saída temporária de Graham Coxon, Blur lançou Think Tank (2003), um álbum fortemente influenciado pela música eletrónica e pelo world music. Este álbum foi gravado em parte sem Coxon, e reflete o crescente interesse de Damon Albarn em explorar novos territórios musicais. Apesar das mudanças, Think Tank foi bem recebido pela crítica e pelos fãs.

Blur entrou em hiato após Think Tank, com os membros da banda a focarem-se em projetos solo. Damon Albarn fundou a banda virtual Gorillaz, que também alcançou grande sucesso. No entanto, em 2009, Blur reuniu-se para uma série de concertos que foram bem recebidos e geraram um novo interesse na banda.

Em 2015, Blur lançou The Magic Whip, o seu primeiro álbum de estúdio em 12 anos, que foi gravado em grande parte durante uma estadia em Hong Kong. O álbum foi recebido com aclamação pela crítica e mostrou que Blur ainda tinha a capacidade de criar música relevante e inovadora.

Blur é amplamente reconhecida como uma das bandas mais importantes da sua era, não apenas pelo impacto que teve no Britpop, mas também pela sua capacidade de evoluir e experimentar ao longo dos anos. A sua música, marcada por uma combinação de letras incisivas, melodias cativantes e uma vontade constante de explorar novas sonoridades, garantiu-lhes um lugar duradouro na história da música britânica e global.

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