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Blue Byrd - CD Música

de Charlie Byrd
editora: Concord Jazz, Janeiro de 1992 ‧
10,75€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - It Don´t Mean A Thing (If It Ain´t Got That Swing)
02 - Vou Vivendo
03 - Nice Work If You Can Get It
04 - Jitterbug Waltz
05 - Soft Lights And Sweet Music
06 - I Ain´t Got Nothin´ But The Blues
07 - This Can´t Be Love
08 - Carinhoso
09 - Mama, I´ll Be Home Somenday
10 - Isn´t It A Lovely Day
11 - Saturday Night Fish Fry

Blue Byrd - CD

de Charlie Byrd

Propriedade Descrição
editora: Concord Jazz
Data de Lançamento: Janeiro de 1992
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: World Music > Brasileira
EAN: 0013431408222
Duração (m): 36
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Charlie Byrd

Charlie Byrd foi um guitarrista e compositor norte-americano, amplamente reconhecido pela sua contribuição à fusão de jazz, música clássica e bossa nova. Nascido a 16 de setembro de 1925, em Suffolk, Virgínia, Byrd tornou-se uma das figuras mais importantes na introdução da bossa nova nos Estados Unidos, especialmente pela sua colaboração com o cantor e compositor brasileiro Antonio Carlos Jobim. O seu estilo único, que combinava a técnica da guitarra clássica com as influências do jazz e da música brasileira, tornou-o uma referência na música instrumental e na música latina.

Charlie Byrd começou a sua carreira musical em jovem idade, estudando guitarra clássica e tocando em várias orquestras e grupos. No entanto, foi na década de 1960, durante uma viagem ao Brasil, que ele se interessou profundamente pela bossa nova. Em 1962, Byrd fez uma parceria com o percussionista Sergio Mendes e gravou o álbum Jazz Samba, que se tornou um marco na popularização da bossa nova nos Estados Unidos. Esse álbum, particularmente com a faixa "Desafinado", foi um enorme sucesso e ajudou a estabelecer a bossa nova como um estilo musical internacional.

Ao longo da sua carreira, Byrd continuou a explorar a fusão de diferentes estilos musicais. Trabalhou extensivamente no jazz, mas também se aventurou por gêneros como música clássica e flamenco, mantendo sempre um enfoque na técnica apurada da guitarra. Ele lançou diversos álbuns como The Charlie Byrd Trio e Brazilian Byrd, que exploravam as influências brasileiras de forma inovadora, integrando-as com o jazz e criando um som único e expressivo.

Apesar de nunca ter alcançado grande sucesso comercial, Byrd ganhou respeito profundo na cena jazzística e entre músicos da sua época, sendo muito respeitado pela sua habilidade técnica e pela sua capacidade de mesclar estilos de maneira fluida e harmoniosa. Ao longo da sua carreira, Byrd foi uma figura influente, tocando com músicos como Stan Getz, Herb Ellis e Earl Hines, e deixou um legado que continua a ser celebrado.

Charlie Byrd faleceu a 2 de dezembro de 1999, mas a sua música continua a ser apreciada por músicos e fãs que reconhecem a sua importância na fusão do jazz com a música latina e brasileira. O seu trabalho permanece uma fonte de inspiração para guitarristas e músicos que buscam explorar as ligações entre diferentes estilos musicais e a complexidade da guitarra instrumental.

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