Bingo Hand Job - CD Música

de R.E.M.
editora: Left Field Media, outubro de 2018 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Intro
02 - World Leader Pretend
03 - Half a World Away
04 - Fretless
05 - The One I Love
06 - Hello in There
07 - My Youngest Son
08 - Jackson/Dallas
09 - Disturbance at the Heron House
10 - Belong
11 - Low
12 - Love Is All Around
13 - You Are the Everything
14 - Swan Swan H
15 - Radio Song

Disco 2
01 - Perfect Circle
02 - Endgame
03 - Pop Song 89
04 - Losing My Religion
05 - Fall On Me (Part 1)
06 - Fall On Me (Part 2)
07 - Tom's Diner
08 - You Ain't Goin' Nowhere
09 - Get Up
10 - Moon River
11 - Half a World
12 - Swan Swan H
13 - Belong
14 - Driver 8
15 - Low
16 - Fretless
17 - Losing My Religion

Bingo Hand Job - CD

de R.E.M.

Propriedade Descrição
editora: Left Field Media
Data de Lançamento: outubro de 2018
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0823564850504
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

R.E.M.

R.E.M. foi uma banda norte-americana de rock alternativo formada em 1980 em Athens, Geórgia. Composta por Michael Stipe (vocais), Peter Buck (guitarra), Mike Mills (baixo e teclados) e Bill Berry (bateria), a banda é amplamente reconhecida como uma das pioneiras do rock alternativo e teve um papel fundamental na popularização do género durante os anos 80 e 90. A música de R.E.M. é conhecida pelas suas letras enigmáticas, a voz distintiva de Stipe, e a combinação de elementos de jangle pop, folk e rock.

R.E.M. começou a ganhar notoriedade na cena underground com o lançamento do seu primeiro single, "Radio Free Europe", em 1981, seguido do EP Chronic Town (1982). O seu álbum de estreia, Murmur (1983), foi aclamado pela crítica e destacou-se pelo som fresco e inovador, com canções como "Radio Free Europe" e "Talk About the Passion" a exemplificarem o estilo único da banda, marcado por guitarras brilhantes e melodias envolventes. Murmur foi eleito o Álbum do Ano pela revista Rolling Stone, superando álbuns de artistas mais estabelecidos na época.

Nos anos seguintes, R.E.M. continuou a lançar álbuns que cimentaram a sua reputação como uma das bandas mais importantes do rock alternativo. Álbuns como Reckoning (1984) e Fables of the Reconstruction (1985) mostraram a capacidade da banda de evoluir o seu som enquanto mantinha uma sensibilidade acessível e introspectiva. As letras de Michael Stipe, muitas vezes poéticas e ambíguas, adicionaram uma camada de mistério às canções da banda, enquanto a guitarra de Peter Buck trouxe um som característico que se tornaria uma marca registada do jangle pop.

O verdadeiro avanço comercial da banda veio com o lançamento de Document (1987), que incluiu o sucesso "The One I Love", uma das primeiras canções da banda a alcançar o top 10 nos Estados Unidos. Este álbum marcou o início de uma transição para um som mais acessível, sem sacrificar a integridade artística que fez de R.E.M. uma banda tão respeitada.

Em 1991, R.E.M. lançou Out of Time, o álbum que catapultou a banda para o estrelato global. O álbum incluiu o sucesso "Losing My Religion", uma canção que se tornou um dos maiores êxitos da banda e que ainda hoje é um hino do rock alternativo. Out of Time também contou com outras faixas populares como "Shiny Happy People" e "Near Wild Heaven". Este álbum ganhou três Grammy Awards e ajudou a banda a alcançar um novo nível de sucesso comercial e crítico.

O álbum seguinte, Automatic for the People (1992), é amplamente considerado um dos melhores trabalhos da banda e um dos álbuns mais importantes dos anos 90. Com um tom mais introspectivo e sombrio, o álbum abordou temas de mortalidade, perda e nostalgia, com canções como "Everybody Hurts", "Man on the Moon" e "Nightswimming" a destacarem-se. Automatic for the People foi um sucesso tanto de crítica como de vendas, solidificando o estatuto de R.E.M. como uma das bandas mais importantes da sua geração.

Em 1994, R.E.M. lançou Monster, um álbum que marcou uma mudança significativa no som da banda, com uma abordagem mais orientada para o rock e distorções de guitarra. O álbum foi impulsionado pelo sucesso de singles como "What's the Frequency, Kenneth?" e "Bang and Blame", e foi seguido por uma extensa digressão mundial.

No final dos anos 90, após a saída do baterista Bill Berry em 1997, R.E.M. continuou como um trio e lançou vários álbuns, incluindo Up (1998), Reveal (2001) e Around the Sun (2004). Embora esses álbuns tenham recebido críticas mistas, a banda manteve uma base de fãs dedicada e continuou a ser uma presença influente na música alternativa.

Em 2008, R.E.M. lançou Accelerate, um álbum que foi visto como um retorno às suas raízes mais rock, e em 2011, lançaram Collapse into Now, que foi bem recebido tanto pela crítica como pelos fãs, mostrando que a banda ainda tinha a capacidade de criar música relevante e poderosa.

Após 31 anos de carreira, R.E.M. anunciou a sua separação em setembro de 2011, afirmando que era o momento certo para terminar a banda. A sua despedida foi saudada com respeito e reconhecimento pelo legado que deixaram na música. Com uma discografia que inclui alguns dos álbuns mais influentes e icónicos do rock alternativo, R.E.M. é amplamente considerada uma das bandas mais importantes da música moderna.

O legado de R.E.M. continua a influenciar gerações de músicos, e as suas canções permanecem relevantes, tocando tanto fãs antigos como novos. A banda é lembrada não apenas pela sua música, mas também pela sua integridade artística e pelo impacto cultural que tiveram ao longo de mais de três décadas de carreira.

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