Amsterdam, February 22, 1996 - CD Música

de Sepultura
editora: Laser Media, setembro de 2022 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Slave New World
02 - Propaganda
03 - Roots Bloody Roots
04 - Spit
05 - Kaiowas
06 - Attitude
07 - Procreation of the Wicked
08 - Ned
09 - Escape to the Void
10 - Medley: Arise/Dead Embrynoic Cells
11 - Chaos BC/Refuse-resist
12 - Biotech Is Godzilla
13 - Hear Nothing, See Nothing, Say Nothing
14 - Policia
15 - Orgasmatron
16 - Symptom of the Universe
17 - Inner Self
18 - Orgasmatron
19 - Dead Embryonic Cells

Amsterdam, February 22, 1996 - CD

de Sepultura

Propriedade Descrição
editora: Laser Media
Data de Lançamento: setembro de 2022
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Metal > Thrash/Groove
EAN: 6583804450485
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Sepultura

Sepultura é uma das bandas de metal mais influentes e respeitadas do mundo, originária do Brasil. Formada em 1984 em Belo Horizonte, Minas Gerais, a banda é conhecida por sua mistura única de thrash metal, death metal, groove metal e influências da música tradicional brasileira. Sepultura ajudou a colocar o Brasil no mapa do metal global e é amplamente reconhecida como uma das maiores bandas de metal da América Latina.

A formação original da banda incluía os irmãos Max Cavalera (vocalista e guitarrista) e Igor Cavalera (baterista), além de Paulo Jr. (baixista) e Jairo Guedz (guitarrista). Em 1987, Jairo Guedz foi substituído por Andreas Kisser, cujo talento e criatividade como guitarrista ajudaram a moldar o som da banda. Com essa formação, Sepultura começou a desenvolver um som mais agressivo e técnico, que rapidamente atraiu a atenção da cena underground do metal.

O álbum de estreia da banda, Morbid Visions (1986), foi um exemplo inicial de death metal e thrash metal, mostrando o potencial da banda. No entanto, foi com o segundo álbum, Schizophrenia (1987), que Sepultura começou a chamar a atenção internacional. Schizophrenia marcou o início de uma evolução no som da banda, com riffs mais complexos e uma produção melhorada, o que ajudou a estabelecer Sepultura como uma força emergente no cenário do metal.

Em 1989, Sepultura lançou Beneath the Remains, um álbum que é frequentemente considerado um dos melhores álbuns de thrash metal de todos os tempos. Beneath the Remains foi o primeiro álbum da banda a ser lançado internacionalmente e recebeu aclamação da crítica por sua intensidade, técnica e letras sombrias. O álbum ajudou a banda a ganhar uma base de fãs global e a fazer digressões internacionais.

O sucesso continuou com o lançamento de Arise (1991), que consolidou ainda mais a posição de Sepultura como uma das principais bandas de metal do mundo. Arise foi amplamente elogiado pela crítica e pelos fãs, e incluiu faixas icónicas como "Dead Embryonic Cells" e a faixa-título "Arise." O álbum combinou a agressividade do thrash metal com influências de death metal, e a banda embarcou em uma extensa digressão mundial que os levou a tocar em grandes festivais e a abrir para bandas como Ozzy Osbourne e Metallica.

Em 1993, Sepultura lançou Chaos A.D., um álbum que marcou uma mudança significativa no som da banda. Chaos A.D. incorporou elementos de groove metal e influências da música tradicional brasileira, refletindo a crescente vontade da banda de experimentar e de incorporar a sua herança cultural na música. Faixas como "Refuse/Resist," "Territory," e "Slave New World" tornaram-se hinos do metal e mostraram uma banda em constante evolução. O álbum foi um sucesso comercial e ajudou a estabelecer Sepultura como uma das bandas mais inovadoras do metal.

O auge da popularidade de Sepultura veio com o lançamento de Roots em 1996. Roots foi um álbum revolucionário que combinou metal com ritmos tribais brasileiros, incluindo a colaboração com a tribo indígena Xavante. Faixas como "Roots Bloody Roots," "Ratamahatta," e "Attitude" mostraram uma abordagem única e inovadora, que foi amplamente elogiada pela crítica e pelos fãs. Roots foi um sucesso comercial, alcançando altas posições nas paradas internacionais e solidificando Sepultura como uma das bandas mais importantes do metal mundial.

No entanto, após o lançamento de Roots, a banda passou por uma mudança significativa com a saída de Max Cavalera em 1997, devido a tensões internas. A saída de Max foi um momento difícil para a banda, mas Sepultura decidiu continuar, recrutando o vocalista e guitarrista Derrick Green para substituir Max.

Com Derrick Green, Sepultura continuou a lançar álbuns e a evoluir musicalmente. O primeiro álbum com Green, Against (1998), marcou o início de uma nova era para a banda. Embora não tenha alcançado o mesmo sucesso comercial que os álbuns anteriores, Against mostrou que Sepultura ainda era uma força criativa, explorando novas direções musicais e mantendo a agressividade característica da banda.

Ao longo dos anos 2000 e 2010, Sepultura continuou a gravar e a fazer digressões, lançando álbuns como Nation (2001), Roorback (2003), Dante XXI (2006), e A-Lex (2009). Esses álbuns exploraram uma variedade de temas, desde questões sociais e políticas até adaptações de obras literárias, como a Divina Comédia de Dante Alighieri e Laranja Mecânica de Anthony Burgess.

Em 2013, Sepultura lançou The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart, um álbum que foi amplamente elogiado pela crítica como um dos melhores trabalhos da banda em anos. Em 2017, a banda lançou Machine Messiah, que foi igualmente bem recebido e mostrou uma banda que, mesmo após décadas de existência, ainda estava disposta a explorar novas direções musicais e a inovar.

Sepultura continua a ser uma das bandas mais importantes e influentes do metal mundial. Com uma carreira que abrange várias décadas e uma discografia que inclui alguns dos álbuns mais icónicos do género, a banda deixou uma marca indelével na história da música. A capacidade de Sepultura de combinar agressividade, técnica e inovação, ao mesmo tempo que incorporam elementos da cultura brasileira, garantiu-lhes um lugar especial na cena do metal e uma base de fãs leal em todo o mundo.

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