Aman Iman: L'Eau C'Est La Vie - CD Música

de Tinariwen
editora: Emma Productions, Janeiro de 2007 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Cler Achel
02 - Mano Dayak
03 - Matadjem Yinmixan
04 - Ahimana
05 - Soixante Trois
06 - Toumast
07 - Imidiwan Winakalin
08 - Awa Didjen
09 - Ikyadarh Dim
10 - Tamatant Tilay
11 - Assouf
12 - Izarharh Ténéré

Informação Adicional
Recorded at Bogolan Studios, Bamako, Mali. Mixed at The Shed, Frome, UK.
Additional mixing and mastering at Top Cat Mastering, Bath, UK.
& © 2007 Independiente under exclusive license to Skycap Records.

Writer credits for Tracks 3, 5, 7 and 11 stated as Ibrahim Ag Alhabib aka 'Abaraybone'.
Writer credits for Tracks 4 and 8 stated as Mohammed Ag Itlale aka 'Japonais'.

Comes in a standard jewel case with a 24-page booklet.

Aman Iman: L'Eau C'Est La Vie - CD

de Tinariwen

Propriedade Descrição
editora: Emma Productions
Data de Lançamento: Janeiro de 2007
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0602498439913
Duração (m): 55
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Tinariwen

Tinariwen é um coletivo musical formado no final da década de 1970 no deserto do Mali, composto por músicos tuaregues que transformaram a sua experiência de nomadismo, exílio e resistência em canções hipnóticas, misturando tradição e modernidade. A sua música, muitas vezes descrita como "blues do deserto", combina guitarras elétricas em transe com ritmos tradicionais e letras de forte carga política e poética.

O grupo foi fundado por Ibrahim Ag Alhabib, que cresceu em contexto de conflito e marginalização do povo tuaregue. Inspirado por Bob Marley e pelo rock psicadélico, começou a experimentar a fusão da música tradicional sahariana com a guitarra elétrica, criando um som que viria a tornar-se assinatura de Tinariwen.

Nos anos 1980 e 1990, o coletivo circulou por campos de refugiados e comunidades tuaregues no Norte de África, onde as suas canções funcionavam como mensagens de identidade, esperança e resistência. Mais tarde, começaram a ganhar projeção internacional, tornando-se símbolo cultural e político do seu povo.

O reconhecimento global chegou com o álbum The Radio Tisdas Sessions (2001), gravado no Mali e lançado internacionalmente, seguido de Amassakoul (2004) e Aman Iman: Water Is Life (2007), trabalhos que consolidaram o grupo como porta-voz da luta tuaregue e como força criativa única no panorama mundial.

Em 2011, venceram o Grammy de Melhor Álbum de World Music com Tassili, gravado no deserto argelino, que contou com participações de músicos como Nels Cline (Wilco) e The Dirty Dozen Brass Band. Desde então, mantiveram uma discografia consistente, incluindo Elwan (2017) e Amadjar (2019), sempre evocando as paisagens áridas e a vida nómada do Saara.

Ao vivo, Tinariwen transmite a mesma intensidade hipnótica dos discos, com guitarras em transe e vozes coletivas que transformam os concertos em experiências espirituais.

Hoje, Tinariwen é reconhecido como um dos grupos mais importantes da música africana contemporânea, símbolo da resistência cultural tuaregue e da universalidade da música como linguagem de identidade e liberdade.

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