Akhnaten - DVD/BluRay Música

de Philip Glass
editora: Orange Mountain Music, Janeiro de 2021 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Opening Credits
02 - Introduction By Host Joyce DiDonato

Act I: Year 1 Of Akhnaten's Reign. Thebes.
03 - Prelude: Refrain, Verse 1, Verse 2
04 - Prelude: Verse 3
05 - Scene 1: Funeral Of Amenhotep III
06 - Scene 2: The Coronation Of Akhnaten
07 - Scene 3: The Window Of Appearances
08 - Introduction To Act II By Host Joyce DiDonato

Act II: Years 5 To 15. Thebes And Akhetaten.
09 - Scene 1: The Temple
10 - Scene 2: Akhnaten And Nefertiti
11 - Scene 3: The City
12 - Scene 3: Dance
13 - Scene 4: Hymn
14 - Introduction To Act II By Host Joyce DiDonato

Act II: Year 17 And The Present. Akhetaten.
15 - Scene 1: The Family
16 - Scene 2: Attack And Fall
17 - Scene 3: The Ruins
18 - Scene 4: Epilogue
19 - Bows And Closing Credits

Backstage With Host Joyce DiDonato
20 - Peter Gelb Interviews Phelim McDermott
21 - Interview With Sean Gandini And Kati Ylä-Hokkala
22 - Interview With Anthony Roth Costanzo
23 - Interview With Milan Milisavljevi
24 - Interview With J'Nai Bridges
25 - Interview With Karen Kamensek
26 - Interview With Elissa Iberti
27 - Interview With Zachary James
28 - Interview With Dísella Lárusdóttir
29 - Interview With Aaron Blake, Richard Bernstein, And Will Liverman

Akhnaten - DVD/BluRay

de Philip Glass

Propriedade Descrição
editora: Orange Mountain Music
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Dimensões: 184 x 273 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Contemporâneo/Moderno/Crossover
EAN: 0801837501155
Duração (m): 172
Número de discos: 1
Formato: DVD / DVD-Video

SOBRE O ARTISTA

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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