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A Victim of Stars - CD Música

de David Sylvian
editora: Virgin Records, maio de 2000 ‧
14,13€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Ghosts (Remix)
02 - Bamboo Houses (Remix)
03 - Bamboo Music
04 - Forbidden Colours
05 - Red Guitar
06 - The Ink in the Well
07 - Pulling Punches
08 - Taking the Veil
09 - Silver Moon
10 - Let the Happiness In
11 - Orpheus
12 - Waterfront
13 - Pop Song
14 - Blackwater
15 - Every Colour You Are
16 - Heartbeat (Tainai Kaiki II) Returning to the Womb (Remix)

Disco 2
01 - Jean the Birdman
02 - Alphabet Angel
03 - I Surrender
04 - Darkest Dreaming
05 - A Fire in the Forest
06 - The Only Daughter (Original)
07 - Late Night Shopping
08 - Wonderful World
09 - The Banality of Evil
10 - Darkest Birds
11 - Snow White in Appalachia
12 - Small Metal Gods
13 - I Should Not Dare
14 - Manafon
15 - Where's Your Gravity?

A Victim of Stars - CD

de David Sylvian

Propriedade Descrição
editora: Virgin Records
Data de Lançamento: maio de 2000
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 5099962320726
Duração (m): 154.49
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

David Sylvian

David Sylvian é um músico, compositor e artista britânico, nascido a 23 de fevereiro de 1958, em Rothesay, na Escócia. Ele é mais conhecido como o vocalista e principal compositor da banda de rock e new wave Japan, que se destacou no final da década de 1970 e início da década de 1980. O som inovador da banda, que misturava elementos de rock, pop e música eletrónica, ajudou a moldar a cena musical da época e a definir o estilo visual e sonoro que influenciaria muitos artistas posteriores.

O álbum de estreia da banda, Adolescent Sex (1978), introduziu o público ao estilo distintivo de Japan, mas foi com o álbum Tin Drum (1981) que a banda alcançou o sucesso comercial e crítico. Este trabalho inclui sucessos como "Ghosts" e "The Art of Parties", que combinaram ritmos cativantes com letras introspectivas, destacando a habilidade de Sylvian em criar músicas que exploram a identidade e as emoções humanas.

Após a separação da banda em 1982, David Sylvian lançou uma carreira solo bem-sucedida, explorando novas direções musicais e colaborações. O seu álbum de estreia solo, Brilliant Trees (1984), foi aclamado pela crítica e marcou uma evolução na sua sonoridade, incorporando elementos de jazz, música ambient e world music. As canções desse álbum, como "Nostalgia" e "The Ink in the Well", demonstram a profundidade emocional e a complexidade musical que se tornariam marcas registradas do seu trabalho.

Sylvian continuou a experimentar ao longo da sua carreira, lançando álbuns como Secrets of the Beehive (1987) e Dead Bees on a Cake (1999), que mostraram sua evolução como compositor e artista. As suas letras frequentemente refletem temas de introspecção, espiritualidade e a natureza efémera da vida, enquanto a sua música combina arranjos delicados e uma produção sofisticada.

Além da sua carreira solo, David Sylvian colaborou com uma variedade de músicos e artistas, incluindo o percussionista e compositor japonês Holger Czukay, o músico britânico Robert Fripp e a artista visual David Torn. Essas colaborações evidenciam a sua versatilidade e a disposição para explorar novas sonoridades e estilos.

Com uma carreira que abrange mais de quatro décadas, David Sylvian é amplamente reconhecido como um dos artistas mais inovadores e influentes da música contemporânea. A sua capacidade de misturar diferentes géneros e a profundidade emocional das suas composições asseguram que a sua música continue a ressoar com ouvintes de todas as gerações, solidificando o seu legado na história da música.

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