Yoga para Pessoas que não estão para fazer Yoga
SINOPSE
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Combina as aventuras hilariantes de um rapaz mal
comportado, com uma subcorrente melancólica e fatalista, na
qual o humor e as drogas são usados para aliviar a dor da
realidade existencial.»
Los Angeles Times
«Uma curiosidade quase infantil em relação ao mundo, e uma agudíssima habilidade para observar e captar a essência de um momento, de uma pessoa e de um lugar.»
Observer
«Ele é provavelmente o melhor escritor britânico vivo. Ler Dyer provoca em nós o mesmo júbilo e otimismo que nos provoca um novo amigo (...), em cuja companhia sentimos que podemos viajar pela vida com mais alegria e intensidade.»
Daily Telegraph
«Um polímato incansável e um divertido contador de histórias, Dyer é competente na ficção, no ensaio e na reportagem, mas é mais feliz quando junta os três e cria algo completamente novo.»
The New Yorker
«Se Hunter S. Thompson, Roland Barthes, Paul Theroux e Sylvia Plath fossem de férias no mesmo corpo, talvez inventassem algo deste género. Há muito tempo que não lia um livro tão divertido. É o meu livro do ano»
Independent on Sunday
«Este livro é a arqueologia da alegria, do desespero e da redenção. O mundo é um lugar muito mais divertido quando visto através dos seus olhos»
The Independent
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897220944 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | maio de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 234 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 224 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura de Viagem
|
| EAN: | 9789897220944 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um livro de histórias "em" viagem e não "de" viagem
João M.
Um livro de histórias "em" viagem e não "de" viagem, porque Dyer não escreve sobre as suas viagens, escreve sobre si e sobre a humanidade, usando para isso alguns dos muitos cenários exóticos ou improváveis (como as ruínas da Detroit industrial ou a Burning Man City) que visitou. É quase um livro de filosofia, e a menção ao "ioga" fica-lhe muito bem quando se pensa em reflexão e meditação. Mas não quando se pensa em calma e tranquilidade: as aventuras de Dyer são sempre arriscadas e emocionantes (apesar de ele se retratar como medroso) e sobretudo, cheias de uma ironia muito britânica que permanece mesmo depois de fecharmos a última página do livro.
Viajar a ler um livro
Silvia C.
Livro apaixonante. Capaz de nos levar aos locais descritos no livro, sem sairmos do nosso lugar.
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