SINOPSE
Quando anunciou à mãe que estava grávida de uma menina, Karine, 35 anos, nascida numa família tacanha e disfuncional do Belenzinho, autora insatisfeita de guiões para cerimónias de prémios, hipocondríaca, ouviu esta frase: «Você nunca mais vai ficar sozinha.» Se a constatação lhe soa a promessa de felicidade eterna ou a condenação a uma prisão perpétua, varia consoante o dia e o exame marcado ao longo da sua rotina pré-natal. Num romance com altas doses de humor, neurose e cinismo, e uma prosa inteligente e cheia de humanidade, Karine vai conversando com a sua enfermeira preferida sobre traumas de infância, o medo do fim - da juventude, da liberdade, da individualidade -, solidão, prisão de ventre, o peso do corpo e das expectativas, a intensa relação com a mãe e o complexo, assustador e comovente caminho para a maternidade.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896716226 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | agosto de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 200 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896716226 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Como deixamos de ser filhas e passamos (também) a ser mães?
Ana Isabel
As transformações que enfrentamos quando deixamos de ser (apenas) filhas. Uma reflexão menos simplista do que o tom leve com que nos é apresentada pode aparentar. Vale muito a pena ler!
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