Vive e Deixa Morrer

de Ian Fleming
Editor: Edições Contraponto, março de 2010 ‧
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Mr. Big - Senhor do mundo do crime nova-iorquino, líder do culto vodu Viúva Negra e membro da SMERSH, a poderosa organização soviética -é um dos oponentes mais perigosos que Bond alguma vez enfrentou. Esta nova missão, quase suicida, vai levar 007 dos clubes duvidosos do Harlem às ilhas da Florida e ao luxuriante Caribe.

Bond volta a estar bem acompanhado por uma bela e misteriosa mulher, Solitaire, prisioneira de Mr. Big, que não a deixará escapar facilmente. O duelo final acontece na Jamaica’sShark Bay, onde 007 terá de enfrentar os mortíferos dentes dos tubarões... se quiser capturar um peixe maior.

«Ritmo…prazer…entusiasmo. Brrr! Tão bem que Mr. Fleming escreve.»
Julian Symons, The Sunday Times

«Contém passagens cuja excitação não foi ultrapassada pelos escritores modernos do género.»
Times Literary Supplement

«Uma leitura igual à dentada de um tubarão: não se consegue largar.»
The Scotsman

«Não me culpem se tiverem uma apoplexia.»
The Observer

Vive e Deixa Morrer

de Ian Fleming

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896660673
Editor: Edições Contraponto
Data de Lançamento: março de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 231 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789896660673

SOBRE O AUTOR

Ian Fleming

Ian Lancaster Fleming (1908-1964), nascido na aristocracia inglesa, foi o escritor e jornalista que criou a personagem James Bond, mais conhecido como Agente 007. Aquando do início da Segunda Guerra Mundial, começou a trabalhar como correspondente no jornal londrino Times e na agência de notícias Reuters, em lugares "imprevisíveis" como Berlim e Moscovo. Foi justamente na cidade russa que travou conhecimento com a arte da espionagem. Algum tempo depois, já fascinado pela ideia, ingressou no Serviço Secreto da Marinha Inglesa e, tal como a sua ilustre personagem, chegou ao posto de comandante, experiência que o ajudou a tornar-se rapidamente um dos autores mais empolgantes e prolíficos da história das novelas de espionagem. Fleming criou um ícone dos anos da Guerra Fria; foi uma questão de tempo para que o tema da espionagem e o agente secreto mais sedutor e perigoso chegassem ao cinema. Ian Fleming morreu de ataque cardíaco em Kent, Inglaterra, a 12 de Agosto de 1964.

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