Viagens Brancas

de Ana Cristina Pereira
Editor: Arcádia, junho de 2011 ‧

«É um livro que, sem ser de viagens, é ele próprio uma grande viagem organizada em etapas. E em cada uma dessas etapas, são possibilitadas outras viagens ao leitor. Olhando de forma global para a grande viagem, o livro dá-nos a conhecer diferentes trajectórias de mulheres que de alguma forma estão ligadas ao desvio e à reclusão, a partir da sua relação com a cocaína. São-nos mostrados diversos "modos femininos de viver o desvio, o crime e a reclusão". E a viagem por esses modos é simultaneamente ampla - mostra-nos como pode ser a participação das mulheres no cultivo da folha de coca, no seu transporte para a Europa, na preparação de doses para venda, na venda, nos consumos, nos tratamentos, nas recaídas e na reclusão - e profunda, na medida em que são explorados contextos, espaços, tempos, vivências, crenças e significações da relação mulher-cocaína.» Do Posfácio de Raquel Matos (Professora auxiliar da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa)

Viagens Brancas

de Ana Cristina Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892800530
Editor: Arcádia
Data de Lançamento: junho de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 218 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789892800530

SOBRE O AUTOR

Ana Cristina Pereira

Ana Cristina Pereira é repórter do Público desde 1999. Fez reportagem sobre tráfico de órgãos humanos em Moçambique, prostituição infantil na África do Sul, lutas políticas na Venezuela, crise migratória em Lampedusa, movimento Occupy Central em Hong Kong, refugiados da República Centro-Africana nos Camarões e outros temas internacionais, mas é em Portugal que costuma trabalhar. Dedica-se sobretudo a assuntos de direitos humanos e exclusão social. É autora dos livros Meninos de Ninguém (2009), Viagens Brancas (2011), Movimento Perpétuo (2016) e coautora dos livros Desafios – Direitos das Mulheres na Guiné-Bissau (2012), Todas as Vozes/All the Voices (2014) e Mulheres de São Tomé e Príncipe (2018). O teatro-documental é outra forma que encontrou de dar voz aos grupos silenciados. Escreveu as peças Onde o Frio se Demora (2016) e Agora é Diferente (2019).

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