Vamos Todos Morrer - Edição Limitada

Biografias breves de gente que já lá está

de Hugo van der Ding
Editor: Objectiva, dezembro de 2021 ‧
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Joana dArc, Pablo Escobar, Maria Antonieta, Santo António, Rosa Parks, Napoleão, Ada Lovelace, Saramago, Lucrécia Bórgia, Jesus Cristo, Sartre, Lady Di, Bob Marley: todos mortos.

Não vale a pena esperar outra coisa da vida a não ser o seu fim. Porém, como dizia Camões, há aqueles que se vão da lei da morte libertando e, em vez de irem fazer tijolo, fazem História nem sempre pelas razões mais nobres, mas é, provavelmente, para o lado que dormem melhor.

Com as suas notas necrológicas dignas de antologia, Hugo van der Ding demonstra, todas as manhãs, na rubrica Vamos Todos Morrer da Antena 3, e, agora, com este livro, que nem a História tem de ser um relato aborrecido e soporífero dos grandes feitos e acontecimentos, nem o entretenimento tem de ser um atentado a todos os nossos neurónios.

Até ao fecho do presente livro, das 141 almas que foram desta para melhor e cujas venturas são aqui descritas, nem uma reclamou do obituário que lhe calhou em sorte.

Vamos Todos Morrer - Edição Limitada

Biografias breves de gente que já lá está

de Hugo van der Ding

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897845369
Editor: Objectiva
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789897845369

Muito Bom

Rita Bentes

Um prolongamento do programa de rádio. Um maravilhoso deambular pelas histórias de tantos (des)conhecidos.

Incrível

Diogo D Saraiva

Já oiço esta rubrica em versão podcast todos os dias, e agora com o livro também a leio todos os dias, o livro é incrível, a maneiro como foi escrito prende o leitor, para além disso é um livro muito cómico, mas que passa muita cultura geral ao leitor!!!

SOBRE O AUTOR

Hugo van der Ding

Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo da Noruega, a bordo de um navio pesqueiro de bacalhau, filho de um conde polaco e de uma criada de servir de ascendência holandesa e camaronesa. Os pais, naturalmente, não eram casados, e morreram juntos num aparatoso desastre de mota na Roménia. Foi adotado por um casal milionário sueco do mesmo género. «Do mesmo género», ou seja, duas mulheres. Não é «do mesmo género» dos pais. Era até uma gente bem mais ordinária, dinheiro novo. Quando se fartaram dele, foi mandado para um colégio interno nos arredores de Ermesinde, em Portugal, onde foi educado e de onde foge nos anos 90, com uma mão à frente e outra atrás.
Hoje, desenha, escreve, faz às vezes teatro, televisão e é, entre outras coisas, autor da rubrica «Vamos Todos Morrer», na Antena 3. Já fumou crack uma vez, por causa de uma aposta, mas antes de estar na rádio. Vive em Lisboa com três homens.

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