Uma Outra Pessoa

de Tonino Benacquista
Editor: Gradiva, abril de 2004 ‧

Grande Prémio RTL – Lire 2002

Haverá alguém que nunca tenha pensado em transformar-se noutra pessoa? Talvez na que sempre quis ser... Ou numa que ao longo do caminho nunca tenha abandonado os seus sonhos, os seus desejos. Um dia, num bar, dois desconhecidos lançam um ao outro um desafio. Ao fim de três anos, nem um dia a mais, deverão ter-se transformado nessa outra pessoa. Mas não é impunemente que mudamos de identidade. Para o melhor e o pior, arriscamo-nos a encontrar-nos a nós próprios.

"Uma Outra Pessoa lê-se de um trago e nisso acompanhamos o muito que se bebe, em especial vodka, ao longo do livro. Mas só a leitura é rápida porque o seu conteúdo fica a macerar numa mistura bem doseada por quem sabe espremer personagens. No final este sumo deixa um gosto amargo na boca (...)."
Rui Lagartinho, Mil Folhas (Público), 12 de Fevereiro de 2005

Uma Outra Pessoa

de Tonino Benacquista

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726629986
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 219 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 244
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726629986
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Tonino Benacquista

Tonino Benacquista nasceu a 1 de Setembro de 1961 em Choisy-le-Roi, filho de emigrantes italianos. Durante a adolescência descobre os grandes autores do policial americano, de Raymond Chandler a Jim Thompson. Para um fã da série «Incorruptíveis» não poderia haver melhor iniciação ao mundo da linguagem ficcional. Mas é ainda jovem que Benacquista passa da leitura à escrita da ficção, praticada na máquina de escrever das irmãs quando elas lha podem dispensar, nos intervalos dos seus próprios trabalhos. A sua primeira tentativa de romance saiu da famosa máquina numa altura em que Benacquista supostamente ocupava o seu tempo a estudar para os exames finais do secundário. A rejeição do primeiro original serviu apenas para o encorajar. A sua criatividade esteve desde então associada a argumentos de BD, histórias para televisão e vários romances policiais, entre outras obras mais fáceis de arrumar numa tradição literária mais «respeitável», umas e outras entre as mais populares e bem vendidas dos últimos anos na sua e noutras línguas.

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