Tu Mataste-me Primeiro (Edição Especial Exclusiva Wook)

de Sandra May
Editor: Euforia, março de 2026 ‧
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Há três coisas que precisam de saber sobre mim.
Primeiro, o meu nome é Serena Humble.
Segundo, matei o meu marido.
Terceiro, voltaria a fazê-lo.

Na verdade, devia tê-lo feito mais cedo. Enoja-me continuar a amar as nossas memórias. Repugna-me ter-lhe entregado o meu corpo e a minha alma durante tanto tempo. Pelo menos, o seu corpo agora é meu. Quanto à sua alma… deixarei que o diabo se entretenha com ela. Matei-o, sim. E daria tudo para voltar atrás no tempo e reviver aquele momento delicioso. Lamento apenas ter permitido que ele me matasse primeiro.

Um thriller psicológico que não vai querer largar desde a primeira página, Tu Mataste-me Primeiro, de Sandra May, esconde reviravoltas quando o leitor julga já saber tudo. Mergulhe na mente retorcida de Serena Humble e descubra, através do interrogatório da implacável detetive Darcy Cox, se ela é culpada… ou apenas mais uma vítima.

Tu Mataste-me Primeiro (Edição Especial Exclusiva Wook)

de Sandra May

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899287273
Editor: Euforia
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 228 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789899287273

Confuso no início… viciante no fim

Joana

Tu Mataste-me Primeiro foi uma leitura intensa, mas com altos e baixos. A narrativa joga muito com a dúvida e a tensão psicológica, fazendo-nos questionar constantemente o que é verdade e o que é manipulação. O ambiente é intenso, quase claustrofóbico, com uma sensação constante de perigo iminente. As personagens são um ponto forte. Não há propriamente “bons” ou “maus”: há pessoas quebradas, com segredos, traumas e motivações que nem sempre conseguimos compreender totalmente. No geral, é um thriller psicológico interessante, com boas ideias e uma segunda parte muito forte mas que, para mim, perdeu alguns pontos pelo início mais confuso.

Tinha demasiadas expetativas paar este livro

Vera Ferreira

Queria muito ter gostado deste livro, mas infelizmente não aconteceu. E é uma pena, pois gostei da escrita da Sandra. Tem frases lindas e profundas, mas a história não me convenceu. Entendo perfeitamente a mensagem que a Sandra queria passar, mas não consegui desenvolver empatia pela Serena. Achei que o seu sofrimento demasiado dramatizado. Se calhar, fiquei com este sentimento de insatisfação e de promessa não cumprida, devido a todo marketing que houve à volta deste livro. Criei demasiadas expetativas e senti que foram defraldadas no fim. Contudo, mesmo não tendo gostado da história, consigo ver o valor da escrita da autora. E ai dou-lhe os parabéns, pois gostei muito. E por fim, tenho apenas que dizer que o livro tem um design incrível, porém o mais importante foi esquecido. O tipo de letra é demasiado pequeno, e isso afeta em muito a sua leitura. Por todos estes favores, torna-se impossível dar uma avaliação melhor a este livro.

Review

carolina mourao

Este livro é um thriller psicológico muito bom. Com muitas reviravoltas e muito suspense. Vai fazer com que desconfiem de toda a gente e nunca sabem o que vai acontecer a seguir. Aconselho.

Envolvente e intenso

Sónia Rosa Barbosa

“Tu Mataste-me Primeiro”, de Sandra May, é daqueles livros que nos prendem desde as primeiras páginas. Com uma narrativa envolvente e cheia de intensidade, a história desperta curiosidade a cada capítulo e faz-nos querer continuar sempre mais um pouco. É uma leitura que mexe com as emoções e nos deixa a pensar mesmo depois de fechar o livro. Se gostam de histórias marcantes, com suspense e que nos agarram do início ao fim, vale muito a pena descobrir este livro.

SOBRE O AUTOR

Sandra May

Sandra May escreve histórias onde a mente humana é o palco. Fascinada pelo que se esconde atrás do pensamento mais inocente, constrói thrillers psicológicos que desmontam certezas, expõem fissuras e convidam o leitor a atravessar corredores onde nada é o que parece. O seu propósito não é desvendar como aconteceu, mas porquê, tendo como missão conduzir quem a lê até ao limite, transportando o leitor para lugares de onde ninguém regressa exatamente igual.

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