Tren Nocturno A Lisboa

de Pascal Mercier
idioma: espanhol
Editor: El Aleph Editores, julho de 2012 ‧
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Raimund Gregorius es profesor de lenguas clásicas, un hombre culto. Un buen día, de repente, sale de su clase y toma un tren a Lisboa. En su equipaje hay un tomo de reflexiones filosóficas escritas por un médico portugués: Amadeu Prado. Fascinado por el libro, Gregorius decide averiguar todo lo relacionado con el autor.Amadeu Prado era el hijo de un austero juez que se suicidó durante el régimen de Salazar. Se convierte en médico con el propósito de ayudar a los pobres y goza de una enorme popularidad en su barrio hasta el día en que el odiado jefe de policía cae enfermo ante su puerta y él le salva la vida.Gregorius, obsesionado con la filosofía y la vida de Prado, pasa tiempo en Portugal con el propósito de conocer a todos aquellos amigos y familiares que puedan contarse su historia. En gran medida, Gregorius es la antítesis de Prado, un hombre inquieto, capaz de desafiar los puntos de vista ortodoxos. Ahora, a través de su influencia póstuma, el prudente maestro de escuela es movido a la acción.Una lectura memorable y perturbadora que plantea cuestiones atemporales acerca de la vida, la soledad, la autosuficiencia y la muerte."Pascal Mercier crea a Amadeu Prado para ser una leyenda, un héroe literario cuyo único objetivo es retar al mismo autor, así es como consigue emparentarlo con Fernando Pessoa", Nouvel Observateur

Tren Nocturno A Lisboa

de Pascal Mercier

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415325543
Editor: El Aleph Editores
Data de Lançamento: julho de 2012
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788415325543

SOBRE O AUTOR

Pascal Mercier

Pascal Mercier é o pseudónimo literário usado pelo filósofo Peter Bieri. Nasceu em Berna em 1944 até recentemente foi professor de Filosofia na Universidade de Berlim.

Filho da pequena burguesia, cedo decidiu que não queria para si o tipo de vida que os homens da casa levavam. O determinismo do almoço às 12h30 imposto pela fábrica fê-lo começar a reflectir sobre a condição humana com apenas 12 anos, altura em que iniciou a leitura da História das religiões. "Nunca mais almocei a horas certas", afirma agora.

Aos 45 anos escreveu o primeiro romance e depressa começou a "sentir-se em casa". De tal forma que agora passa sete horas a escrever e abandonou o ensino. "Enquanto professor receei colocar a minha reputação académica em causa quando comecei a escrever ficção. Precisava de me esconder atrás de pseudónimo para ter coragem de me libertar na escrita. Só sabia que queria um nome com sonoridade francesa mas que não fosse extravagante. É uma experiência fantástica escolher um outro nome porque o kitsch que há em nós surge no seu máximo. Os primeiros nomes que nos surgem são extraordinários."

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