Theatre & Phenomenology

Manual Philosophy

de Daniel Johnston
idioma: inglês
Editor: BLOOMSBURY PUBLISHING PLC, maio de 2017 ‧
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Questions of consciousness and being go to the heart of drama in order to use conscious action for representation, we need to understand it and find out how it works in the creative process.This book provides a clear and accessible introduction to the key concepts of phenomenology in relation to theatre, showing how they shed light on the works of influential theatre-makers, such as Brecht, Artaud and Stanislavski. By putting these concepts into dialogue with theatre-makers, Johnston is able to demonstrate how philosophical ideas work with theatre, and how we can approach difficult theory from a practical perspective. Each chapter

Theatre & Phenomenology

Manual Philosophy

de Daniel Johnston

Propriedade Descrição
ISBN: 9781137530509
Editor: BLOOMSBURY PUBLISHING PLC
Data de Lançamento: maio de 2017
Idioma: Inglês
Encadernação: Capa mole
Páginas: 210
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Outros
EAN: 9781137530509

SOBRE O AUTOR

Daniel Johnston

Daniel Johnston foi um cantor, compositor e artista visual americano, nascido a 22 de janeiro de 1961 em Sacramento, Califórnia, e falecido a 11 de setembro de 2019. Johnston tornou-se uma figura icónica no mundo da música alternativa, conhecido pelo seu estilo lo-fi, letras profundamente pessoais e a sua voz crua e emotiva. Apesar das suas lutas pessoais com a saúde mental, que marcaram grande parte da sua vida e obra, Johnston deixou um legado duradouro como um dos mais autênticos e influentes artistas do underground americano.

Johnston começou a gravar as suas canções nos anos 80, utilizando um simples gravador de cassetes em sua casa. Os seus primeiros álbuns, como Songs of Pain (1981) e Hi, How Are You (1983), foram distribuídos de mão em mão, e rapidamente ganharam um culto de seguidores, atraídos pela sua sinceridade brutal, pelas melodias cativantes e pelas letras que abordavam temas como amor, depressão e a luta interna entre o bem e o mal. A sua música, com produção rudimentar e performances despojadas, capturou a atenção de músicos e fãs que se identificavam com a sua vulnerabilidade e autenticidade.

O reconhecimento de Daniel Johnston cresceu significativamente nos anos 80, especialmente após Kurt Cobain, vocalista dos Nirvana, ser visto a usar uma t-shirt com a capa do álbum Hi, How Are You. Isto ajudou a trazer Johnston para um público mais amplo, e a sua música começou a ser celebrada pela sua influência no movimento indie e alternativo. Artistas como Tom Waits, Beck, e Sonic Youth também reconheceram a importância de Johnston, gravando versões das suas canções e citando-o como uma influência significativa.

Ao longo da sua carreira, Daniel Johnston lutou com doenças mentais, incluindo transtorno bipolar, o que afetou a sua capacidade de se manter ativo na música de forma consistente. No entanto, ele continuou a gravar e a lançar álbuns, incluindo 1990 (1990), Fun (1994) e Fear Yourself (2003), colaborando com outros músicos e produtores que admiravam o seu trabalho. A sua arte visual, frequentemente caracterizada por desenhos de personagens como o seu icónico "Froggy", também recebeu reconhecimento, com exposições em galerias e museus.

Daniel Johnston é lembrado como um dos mais singulares e tocantes artistas da música moderna. A sua capacidade de expressar emoções profundas com uma simplicidade desarmante fez dele uma figura querida e admirada por muitos, tanto dentro como fora do mundo da música. O documentário The Devil and Daniel Johnston (2005) ajudou a solidificar o seu legado, contando a história da sua vida e obra de forma comovente. Apesar das suas dificuldades pessoais, Johnston deixou um impacto profundo na música e na cultura, inspirando gerações de artistas e fãs com a sua honestidade inabalável e o seu talento único.

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