The End Of The Free Market
Who Wins The War Between States And Corporations?
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9781591844402 |
| Editor: | PENGUIN BOOKS LTD |
| Data de Lançamento: | abril de 2012 |
| Idioma: | Inglês |
| Dimensões: | 135 x 211 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 240 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Advanced Micro And Nanosystems |
| Classificação Temática: |
Livros em Inglês
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
Livros em Inglês > Outros |
| EAN: | 9781591844402 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Interessante, acessível e bem escrito
Fábio André Barbosa Pereira
Comprei este livro porque me interesso por política/economia e pelo debate de qual o papel que o estado deve ter nas economias de um país. Este livro foca-se sobretudo na acção dos governos em controlar empresas públicas e recursos valiosos como petróleo ou minerais, mas abrange a discussão a outros aspectos da política de vários países. A primeira parte do livro é uma breve introdução à "história" do capitalismo e de como as nações foram evoluindo a sua atitude para com o mercado livre. Está muito bem escrita esta parte e é muito interessante para quem não tem formação nesta área como eu. A partir daí, o autor passa a analisar o fenómeno crescente do state-capitalism, o controlo dos governos de sectores chave da economia. Distingue as várias formas que essa atitude pode tomar e analisa uma grande quantidade de exemplos e países, desde a Rússia à China, Índia, Brasil, etc. Acredito que para muitos leitores esta parte se possa tornar aborrecida caso não haja um interesse elevado por estes assuntos, mas os dados e as histórias contadas ao longo do livro de líderes como Chavez ou Putin são merecedoras de leitura. O autor faz uma análise muito imparcial de todos os casos, mas a ideia central do livro é bastante clara. Em primeiro lugar, por muito populares que líderes como Chavez consigam ser graças às receitas que acumulam com o controlo de sectores como o energético, o controlo estatal é sempre feito com segundas intenções, sejam elas de obter mais poder e influência a grupos de interesse ou o de evitar a revolta dos cidadãos. Em segundo lugar, a crise que começou com o colapso financeiro de 2008 veio reforçar a aposta de muitos países na prática deste tipo de capitalismo, e o autor presume que tal se irá manter durante muitos anos.