editor: Campo das Letras, abril de 1997
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" De "Terras" tratam estes poemas. Mas com visão e com sentimento. E com ricas, elementares, profundas referências culturais. A linguagem é subtil e apurada. A subtileza está no ponto em que se conjuga sobre si o lado exclamativo com a expressão sentimental, ao olhar as "terras", ao indagar, acerca delas, a presença do outro (daquele que as habita).

Este livro, no seu todo, no modo como está organizado, contém algo de peregrinal, no melhor sentido, que é, afinal, um dos bons sustentos da atitude poética. Há um fio, entre o narrativo e o lírico, que se mantém de poema para poema, ao encontro da unidade em cada sequência.

É um livro inteiro, completo, muito belo e muito bem escrito."
João de Melo

Terras

de Vasco Pereira da Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726100591
Editor: Campo das Letras
Data de Lançamento: abril de 1997
Idioma: Português
Dimensões: 207 x 149 x 12 mm
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Coleção: Instantes de Leitura
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789726100591
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Vasco Pereira da Costa

Vasco Manuel Pimentel Pereira da Costa nasceu em Angra do Heroísmo (1948). Licenciado em Filologia Românica (Fac. Letras, Coimbra). Professor aposentado do ensino secundário e do ensino superior. Doutor Honoris Causa pela Universidade de São José Macau). Coordenou várias ações de formação no âmbito do ensino e da aprendizagem da Língua, da Literatura e Cultura Portuguesas, no país e nos E.U.A e Canadá. Organizou o I e II Congressos sobre a Literatura para Crianças promovidos pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Foi relator de duas mesas e redactor das conclusões do Congresso Nacional de Educação de Adultos. Foi coorganizador do Congresso Leituras de Antero (Coimbra, 1991). Coordenou o simpósio Leituras de Nemésio (Coimbra, 2001). Integrou o grupo de trabalho Culture sans frontières para o estudo do turismo cultural das cidades europeias de média dimensão, patrocinado pela D.G.X. da União Europeia. Participou no programa At the Fault Lines, da True and Reconciliation Comission, que reuniu, na Universidade de Cape Town, intelectuais e escritores de todos os continentes. Tem proferido conferências e participado com comunicações sobre temas pedo-didáticos, literários e de gestão das atividades culturais em Portugal, Macau, Espanha, França, Bélgica, Inglaterra, Países Baixos, Irlanda, Estados Unidos da América, Canadá, Venezuela, Brasil, África do Sul, Cabo Verde e Senegal. Tem estado envolvido em diversas ações e programas de dinamização cultural, nomeadamente, na Rádio, no Teatro, na Televisão e na área das Artes Plásticas. Foi redator do Jornal de Coimbra. Tem colaboração sobre temas pedagógicos, literários e culturais dispersa por vários jornais e revistas. Foi diretor do Departamento de Cultura, Turismo e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Coimbra de 1991 a 2001. Foi Cônsul Honorário de França em Coimbra. Entre setembro de 2001 e novembro de 2008, exerceu o cargo de Diretor Regional da Cultura do Governo dos Açores. Foi Conselheiro Nacional da UNESCO entre 2004 e 2008. Integrou o Conselho Diretivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e, atualmente, é presidente da Assembleia Geral da Alliance Française e vice-presidente da Assembleia Geral do Instituto Açoriano de Cultura. Escritor, publicou as seguintes obras: Nas Escadas do Império (contos, 1978); Amanhece a Cidade (novela, 1979); Venho cá mandado do Senhor Espírito Santo (memória, 1980), Ilhíada (poemas, 1981); Plantador de Palavras/Vendedor de Lérias (contos – Prémio Literário Miguel Torga, 1984); O Maestro, o Poeta e o Menino de sua Mãe – Prémio Aquilino Ribeiro, 1985; Memória Breve (contos, 1987); Riscos de Marear (poemas, 1992); Sobre-ripas/Sobre-rimas (poemas, 1994); Terras (poemas, 1998); My Californian Friends (poemas, 1999; edição bilingue, 2010 – ed. Palimage); O Fogo Oculto (poemas, 2011); Ilhíada - antes e depois (Poesia 1972-2012, 2013); Campo (Poesia 2018). Poemas seus estão traduzidos e publicados, designadamente, em inglês, francês e búlgaro. Os Nós do Tempo, que a Palimage edita, sinaliza cinquenta anos de atividade literária (revista Vértice – Coimbra, 1972).
Artista plástico, usa também o pseudónimo de Manuel Policarpo.

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