Senso Comum

de Thomas Paine
idioma: português do brasil
Editor: Martin Claret, maio de 2006 ‧
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Após a vitória da revolução americana, para a qual contribuíra com textos de propaganda, o jornalista Thomas Paine também colaborou para consolidar a jovem república, cujo nome sugeriu: Estados Unidos da América.

Thomas Paine era inglês. Autodidata, teve muitos empregos modestos em sua terra natal e, em 1774, emigrou para a América do Norte. Na insurreição dos colonos contra o governo britânico, Paine tomou o partido dos primeiros e, por meio do seu famoso panfleto Common Sense, ajudou a preparar o terreno para a declaração de independência dos Estados Unidos, em 4 de julho de 1776, da qual foi um dos signatários.

Senso Comum

de Thomas Paine

Propriedade Descrição
ISBN: 9798572326734
Editor: Martin Claret
Data de Lançamento: maio de 2006
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 116 x 181 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 138
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obra-Prima De Cada Autor
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9798572326734

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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