Saudades de Maria
Editor:
Caleidoscópio, abril de 2009 ‧
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SINOPSE
Em meados da década de 1960, a Igreja decidiu implementar algumas reformas com vista à modernização. Uma delas, a minimização de Maria. Esta decisão acabou por dividir, durante as décadas subsequentes, a Igreja em dois pólos: a direita católica, que reclama a Virgem nas suas formas tradicionais; e a esquerda católica, intitulada de progressista, que defende a redução de Maria à sua condição simples de referência bíblica, rejeitando qualquer glorificação da camponesa de Nazaré como "Rainha dos céus".
Para a autora, católica e feminista, esta ala erra tremendamente quando tenta fazer desaparecer Maria, reduzindo drasticamente a sua presença tanto visualmente quanto teologicamente. Spretnak desafia esta atitude da Igreja Católica "moderna" e apresenta aos leitores a argumentação de uma poderosa manifestação do Sagrado Feminino, que ainda resiste em milhões de lares católicos que mantêm Maria no seu antigo lugar de "Rainha dos céus".
Para a autora, católica e feminista, esta ala erra tremendamente quando tenta fazer desaparecer Maria, reduzindo drasticamente a sua presença tanto visualmente quanto teologicamente. Spretnak desafia esta atitude da Igreja Católica "moderna" e apresenta aos leitores a argumentação de uma poderosa manifestação do Sagrado Feminino, que ainda resiste em milhões de lares católicos que mantêm Maria no seu antigo lugar de "Rainha dos céus".
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898129925 |
| Editor: | Caleidoscópio |
| Data de Lançamento: | abril de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 231 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 280 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Religião e Moral
>
Estudos Teológicos
|
| EAN: | 9789898129925 |
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