SINOPSE
A poesia de Isabel de Sá foi reunida num único volume: Repetir o Poema. Fala-se do «abismo de nós próprios». Fala-se, também, de uma visão que se prolonga até à real idade e nela capta o que pode ser perfeito e belo, mas que traz consigo uma impressão de angústia, de ameaça: Mas o tom dominante desta poesia é tocado pela consciência do medo, do horror, da descrença. E por uma sombra que desce da morte: «Crianças sem memória desmaiavam olhando a luz. Seus dedos procuravam contacto. Não suportavam seiva de raízes, nem medo. Um lenço de terra sobre a face.» A obra de Isabel de Sá passa também por outro domínio, o das artes plásticas. Ora na sua poesia há uma visão que está ligada a tal universo. Referir que pode ver «o papel transformado em ave» tornar-se-á possível porque assim é que pode ser um desenho. Repetir o Poema confronta-nos com uma obra que se encontrava dispersa por cerca de quinze livros e que adquire, agora a sua unidade, um amplo espaço onde «as palavras desenrolam obscuramente o que existe».
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895520923 |
| Editor: | Quasi Edições |
| Data de Lançamento: | junho de 2005 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 234 x 28 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 408 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
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| EAN: | 9789895520923 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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