Recolha Poética
1954-2017
Editor:
Imprensa da Universidade de Coimbra, junho de 2017 ‧
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SINOPSE
Antologia de 12 livros (8 de poesia, 3 de poesia e prosa e um inédito).
O traço mais definidor da escrita de Arnaut, segundo Maria Lúcia Lepecki, "é o sentimento cósmico, sentimento de uma totalidade última e abrangente (…), onde tudo se liga por íntimas conexões, como se o princípio primeiro da vida (e da morte) fosse, e efectivamente é, o dos vasos comunicantes (…). Esta é uma poesia tão lúcida quanto emocionada, que brota do mais fundo do ser, do lugar onde cada pessoa aprende a ser ela mesma para poder ser no outro e com o outro".
Para Delfim Leão, vislumbra-se "sempre, em pano de fundo, a eterna sedução de quem encontra na poesia uma forma ideal de criação artística. o papel fecundante do logos, ordenador do caos estéril, aparece muitas vezes combinado com o telurismo orgânico e estrutural do autor".
Para José Carlos Seabra Pereira, "a dicção de António Arnaut (…) tende pendularmente para a dominante moderna da forma breve, contida, inovadora e trabalhada, num quadro global de sístole e diástole entre pendor de derrame eloquente e de condensação aforismática".
Com 30 títulos publicados (poesia, ficção e ensaio), A. Arnaut assume-se como escritor civicamente comprometido, que considera a literatura como "a expressão da sua própria humanidade e da Humanidade toda".
O traço mais definidor da escrita de Arnaut, segundo Maria Lúcia Lepecki, "é o sentimento cósmico, sentimento de uma totalidade última e abrangente (…), onde tudo se liga por íntimas conexões, como se o princípio primeiro da vida (e da morte) fosse, e efectivamente é, o dos vasos comunicantes (…). Esta é uma poesia tão lúcida quanto emocionada, que brota do mais fundo do ser, do lugar onde cada pessoa aprende a ser ela mesma para poder ser no outro e com o outro".
Para Delfim Leão, vislumbra-se "sempre, em pano de fundo, a eterna sedução de quem encontra na poesia uma forma ideal de criação artística. o papel fecundante do logos, ordenador do caos estéril, aparece muitas vezes combinado com o telurismo orgânico e estrutural do autor".
Para José Carlos Seabra Pereira, "a dicção de António Arnaut (…) tende pendularmente para a dominante moderna da forma breve, contida, inovadora e trabalhada, num quadro global de sístole e diástole entre pendor de derrame eloquente e de condensação aforismática".
Com 30 títulos publicados (poesia, ficção e ensaio), A. Arnaut assume-se como escritor civicamente comprometido, que considera a literatura como "a expressão da sua própria humanidade e da Humanidade toda".
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789892613130 |
| Editor: | Imprensa da Universidade de Coimbra |
| Data de Lançamento: | junho de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 230 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 488 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789892613130 |
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