Quando Eu Era Fotógrafo

de Félix Nadar
Editor: Cotovia, julho de 2017 ‧
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"O daguerreótipo dava então lugar à fotografia. Não sem antes ter tido o seu momento e glória nas mãos dos engenheiros Chevalier e Lerebours e ainda de Richebourg, o oculista, que nunca deixava de juntar à sua assinatura os .:. maçónicos: parece que, nessa época, era um título. Houve outros profissionais que souberam aproveitar igualmente bem a placa revestida a prata: o excelente Vaillat e o inefável Legros, esse homem exuberante com os seus roupões em brocado, galvanizaram os últimos dias felizes do Palais-Royal, de que a província não conseguia desprender-se e que acabou por desaparecer com eles.

No entanto, o Rhône e a Saône ainda se extasiavam com as placas do bom Thierry de Lyon, e Randon, o caricaturista, também passou por elas. Mas era o fim do daguerreótipo, com a chegada da fotografia; como se dizia na altura, ‘Isto matava Aquilo’".

Quando Eu Era Fotógrafo

de Félix Nadar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727953776
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: julho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 203 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Fotografia
EAN: 9789727953776

SOBRE O AUTOR

Félix Nadar

Gaspard-Félix Tournachon nasce em 1820, em Paris. Após abandonar o curso de medicina, começa a trabalhar, sob o pseudónimo de Félix Nadar, como jornalista e caricaturista para diversos jornais. Em 1854, abre o seu primeiro estúdio fotográfico.

O Atelier Nadar torna-se num local de referência e o ponto de encontro dilecto da intelligentsia parisiense, albergando, em 1874, a primeira exposição de pintura impressionista. Figura incontornável da história da fotografia, Nadar dedica-se sobretudo à fotografia de retrato.

Personalidades como Pierre-Joseph Proudhon, Charles Baudelaire, Victor Hugo, Sarah Bernhardt ou Franz Liszt posam para os seus retratos fotográficos, os quais figuram entre os mais aclamados do século XIX.

Graças ao seu espírito inovador e engenhoso, Nadar concretiza duas empresas à época extraordinárias: tirar fotografias aéreas a partir de um balão, e fotografar abaixo do nível do solo, recorrendo à luz artificial.

Nadar morre em 1910, aos 89 anos de idade.

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