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Preservativo, Sida e Saúde Pública
Editor:
Imprensa da Universidade de Coimbra, setembro de 2008 ‧
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SINOPSE
A presente obra resulta da adaptação para livro da dissertação de Mestrado de Aliete Cunha Oliveira, O uso e o não uso do preservativo numa população jovem e que tinha como sub-título contributo para a compreensão dos factores que condicionam a adesão aos mecanismos de prevenção do VIH/sida.
A autora, Enfermeira de Saúde Pública, actualmente Doutoranda em Ciências da Enfermagem na Faculdade de Medicina e Investigadora não Doutorada do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX-CEIS20 da Universidade de Coimbra, seleccionou para objecto da sua dissertação de Mestrado em Saúde Pública, realizado no Instituto de Higiene e Medicina Social da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, um assunto da maior actualidade e interesse. Desde logo, porque aborda uma das preocupações sanitárias mais relevantes da actualidade, a sida; por outro lado, porque estuda a utilização de um dispositivo médico de ampla divulgação — o preservativo. Depois porque cruza estes dois tópicos com a problemática de saúde pública com adultos jovens, com estudantes do ensino universitário.
O trabalho que agora se publica procurou identificar e analisar diversos factores que condicionam o mau uso ou a não utilização do preservativo em jovens, tendo também por objectivo saber a opinião que os jovens têm sobre as campanhas sanitárias existentes e que lhes são dirigidas. Os resultados apresentados têm como pano de fundo uma investigação realizada pela autora sobre a dimensão social e ética do problema, tendo, igualmente, realizado uma análise crítica de diversas fontes, autêntico trabalho de história da saúde do tempo presente ou de sociologia da saúde.
Na primeira parte, a autora faz um ponto da situação do maior interesse para a compreensão do problema: incide o seu estudo sobre diversas questões da adolescência, sobre as questões sexuais na adolescência, depois aborda e analisa as "fontes" da sida no mundo e em Portugal, interpretando números, estudando as mensagens, os discursos utilizados e as estratégias de comunicação sobre a doença e sua prevenção, aborda e analisa os conhecimentos e mitos sobre a sida e faz uma abordagem histórica sobre a utilização do preservativo até à actualidade. Contudo, o trabalho que realizou na primeira parte da sua obra e que ocupou cerca de metade da dissertação, não se limitou a ser uma compilação de textos, uma selecção de depoimentos, uma colectânea de estudos. A autora faz uma análise crítica dos documentos e interpreta-os como deverá ser num trabalho científico. Mas se a abordagem que faz do tema nessa parte é muito original, o trabalho redobrou a originalidade e tornou-se numa referência ainda mais importante em função do trabalho de campo onde indagou sobre o uso ou o não uso do preservativo numa população jovem avaliando os conhecimentos que os jovens têm sobre muitas questões relacionadas com a sexualidade, com a prevenção sobre doenças sexualmente transmissíveis, sobre diversos aspectos relacionados com o preservativo. Assim, na segunda parte da obra a autora dá a conhecer os resultados da investigação que realizou em jovens para identificar e analisar diversos factores que podem condicionar a utilização do preservativo e sobre o seu nível de conhecimentos sobre doenças sexualmente transmissíveis.
Utilizando uma metodologia de trabalho apropriada a estudos desta natureza, a autora sustenta os seus resultados num inquérito realizado a alunos do ensino universitário de todas as Faculdades da Universidade de Coimbra, uma população que, teoricamente, deveria apresentar elevados índices de informação sobre o problema.
A autora, Enfermeira de Saúde Pública, actualmente Doutoranda em Ciências da Enfermagem na Faculdade de Medicina e Investigadora não Doutorada do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX-CEIS20 da Universidade de Coimbra, seleccionou para objecto da sua dissertação de Mestrado em Saúde Pública, realizado no Instituto de Higiene e Medicina Social da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, um assunto da maior actualidade e interesse. Desde logo, porque aborda uma das preocupações sanitárias mais relevantes da actualidade, a sida; por outro lado, porque estuda a utilização de um dispositivo médico de ampla divulgação — o preservativo. Depois porque cruza estes dois tópicos com a problemática de saúde pública com adultos jovens, com estudantes do ensino universitário.
O trabalho que agora se publica procurou identificar e analisar diversos factores que condicionam o mau uso ou a não utilização do preservativo em jovens, tendo também por objectivo saber a opinião que os jovens têm sobre as campanhas sanitárias existentes e que lhes são dirigidas. Os resultados apresentados têm como pano de fundo uma investigação realizada pela autora sobre a dimensão social e ética do problema, tendo, igualmente, realizado uma análise crítica de diversas fontes, autêntico trabalho de história da saúde do tempo presente ou de sociologia da saúde.
Na primeira parte, a autora faz um ponto da situação do maior interesse para a compreensão do problema: incide o seu estudo sobre diversas questões da adolescência, sobre as questões sexuais na adolescência, depois aborda e analisa as "fontes" da sida no mundo e em Portugal, interpretando números, estudando as mensagens, os discursos utilizados e as estratégias de comunicação sobre a doença e sua prevenção, aborda e analisa os conhecimentos e mitos sobre a sida e faz uma abordagem histórica sobre a utilização do preservativo até à actualidade. Contudo, o trabalho que realizou na primeira parte da sua obra e que ocupou cerca de metade da dissertação, não se limitou a ser uma compilação de textos, uma selecção de depoimentos, uma colectânea de estudos. A autora faz uma análise crítica dos documentos e interpreta-os como deverá ser num trabalho científico. Mas se a abordagem que faz do tema nessa parte é muito original, o trabalho redobrou a originalidade e tornou-se numa referência ainda mais importante em função do trabalho de campo onde indagou sobre o uso ou o não uso do preservativo numa população jovem avaliando os conhecimentos que os jovens têm sobre muitas questões relacionadas com a sexualidade, com a prevenção sobre doenças sexualmente transmissíveis, sobre diversos aspectos relacionados com o preservativo. Assim, na segunda parte da obra a autora dá a conhecer os resultados da investigação que realizou em jovens para identificar e analisar diversos factores que podem condicionar a utilização do preservativo e sobre o seu nível de conhecimentos sobre doenças sexualmente transmissíveis.
Utilizando uma metodologia de trabalho apropriada a estudos desta natureza, a autora sustenta os seus resultados num inquérito realizado a alunos do ensino universitário de todas as Faculdades da Universidade de Coimbra, uma população que, teoricamente, deveria apresentar elevados índices de informação sobre o problema.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898074621 |
| Editor: | Imprensa da Universidade de Coimbra |
| Data de Lançamento: | setembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 240 x 5 mm |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ciências e Culturas |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Sociologia
Livros em Português > Medicina > Medicina Geral |
| EAN: | 9789898074621 |
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