adicionar à lista de desejos
Portugal e o Magrebe (Séculos XVIII/XIX)
Pragmatismo, inovação e conhecimento nas relações diplomáticas
Editor:
Ministério dos Negócios Estrangeiros, agosto de 2010 ‧
ver detalhes do produto
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
SINOPSE
A "mediação cultural" e o "diálogo intercultural" são conceitos actuais que se referem ao relacionamento, pautado pelo respeito mútuo e pela aceitação do "Outro" na sua diferença, entre representantes de culturas diversas. Processam-se em função do conhecimento da cultura desse "Outro" e dos seus valores, sendo a aplicação desses princípios preconizada como elemento essencial na estruturação de relações sustentáveis.
A análise da prática diplomática portuguesa em relação aos países do Magrebe, nos séculos XVIII e XIX, traçada neste livro,demonstra claramente que o diálogo e a subjacente mediação cultural já eram, naquela época, afinal, uma prática corrente da diplomacia portuguesa.
O conhecimento da língua árabe e das realidades socioculturais do Magrebe por parte dos vários agentes diplomáticos portugueses, a capacidade de saberem negociar num contexto religioso e cultural específico, a criação de redes de contactos com os notáveis, os capitães de navios e os comerciantes locais, e também com os diplomatas europeus aí residentes, contribuíram para o êxito da aproximação ao Magrebe. Esta experiência histórica merece ser hoje recordada e valorizada, devendo ser encarada como uma mais-valia que Portugal pode oferecer no quadro das actuais políticas euromediterrânicas da União Europeia.
A especificidade do Orientalismo português, situado num contexto não-colonial, suscita naturalmente uma reflexão sobre a pertinência das teses de Edward Said (1978), cuja aplicação, como se verificará, não é, de modo nenhum, universal.
A análise da prática diplomática portuguesa em relação aos países do Magrebe, nos séculos XVIII e XIX, traçada neste livro,demonstra claramente que o diálogo e a subjacente mediação cultural já eram, naquela época, afinal, uma prática corrente da diplomacia portuguesa.
O conhecimento da língua árabe e das realidades socioculturais do Magrebe por parte dos vários agentes diplomáticos portugueses, a capacidade de saberem negociar num contexto religioso e cultural específico, a criação de redes de contactos com os notáveis, os capitães de navios e os comerciantes locais, e também com os diplomatas europeus aí residentes, contribuíram para o êxito da aproximação ao Magrebe. Esta experiência histórica merece ser hoje recordada e valorizada, devendo ser encarada como uma mais-valia que Portugal pode oferecer no quadro das actuais políticas euromediterrânicas da União Europeia.
A especificidade do Orientalismo português, situado num contexto não-colonial, suscita naturalmente uma reflexão sobre a pertinência das teses de Edward Said (1978), cuja aplicação, como se verificará, não é, de modo nenhum, universal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898140043 |
| Editor: | Ministério dos Negócios Estrangeiros |
| Data de Lançamento: | agosto de 2010 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 240 x 34 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 598 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
|
| EAN: | 9789898140043 |
-
10%Estudos OrientesUCP Editora13,50€ 10% CARTÃO
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Envio até 15 dias úteis10%Liberalismo - o Antigo e o novoImprensa de Ciências Sociais15,00€ 10% CARTÃO
-
10%Os Grandes Mestres da EstratégiaEdições Almedina43,91€ 10% CARTÃOportes grátis