Poetics Of Music In The Form Of Six Lessons

de Igor Stravinsky
idioma: inglês
Editor: Harvard University Press, fevereiro de 1970 ‧
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Poetics Of Music In The Form Of Six Lessons

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9780674678569
Editor: Harvard University Press
Data de Lançamento: fevereiro de 1970
Idioma: Inglês
Dimensões: 143 x 210 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Música
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780674678569

Uma pequena pérola de um pensamento maior

LF

Igor Stravinsky, numa fase da sua vida em que é já um compositor experimentado de renome mundial e prelector das prestigiadas Norton Lectures, encerra neste livro algumas reflexões estéticas de grande sobriedade. Desde as influências estilísticas da sua infância na União Soviética até ao experimentalismo de Paris dos anos 20 do século passado, Stravinksy discorre sobre a relação da música com as demais disciplinas artísticas, enfatizando a sua relação pessoal com estas. O seu "regresso" a um estilo neoclássico é talvez a principal consequência dessa partilha. Um pequeno livro em seis lições para ler e "ouvir"!

SOBRE O AUTOR

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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