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Poesia (Pessoa)

de Fernando Pessoa

idioma: espanhol
editor: ALIANZA, janeiro de 2016
Dominada por un sentimiento de radical soledad y desgarrada entre sentimiento y pensamiento, racionalismo e irracionalismo, tradición y modernidad, la poesía de Fernando Pessoa constituye una de las expresiones más lúcidas y dramáticas de la crisis del hombre contemporáneo. Su poesía está encuadrada en el marco general del modernismo que responde en líneas generales a la expresión del drama íntimo del artista, al individualismo creador y a la búsqueda de un nuevo lenguaje. La compleja personalidad de Pessoa se expresa a través de la invención de numerosos heterónimos, con los que firma su obra, dotado cada uno de rasgos bien diferenciados y biografía propia. En este volumen aparecen tres de los más utilizados por Pessoa: Alberto Caeiro, autor de breves poemarios, poeta bucólico esencialmente pagano que se propone restituir la Naturaleza Absoluta al mundo civilizado; Ricardo Reis, " latinista por formación y semihelenista por devoción " , el poeta de la disciplina y la exactitud mental; y Alvaro de Campos, poeta del " sensacionismo " , ingeniero interesado por la técnica, las vanguardias europeas y la renovación del lenguaje poético. Decía el propio Pessoa de sus heterónimos: " Puse en Caeiro todo mi poder de despersonalización dramática; puse en Ricardo Reis toda mi disciplina mental, vestida de la música que le es propia; puse en Álvaro de Campos toda la emoción que da la vida. " Cada selección de poemas va precedida de varios fragmentos en prosa que contribuyen a dilucidar las distintas personalidades de los heterónimos de Pessoa.

Poesia (Pessoa)

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491042464
Editor: ALIANZA
Data de Lançamento: janeiro de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Plaza & Janes Util
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788491042464
Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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