SINOPSE
Se a concepção relacional de «conhecimento», que liga um sujeito a um objecto, só começa a fixar-se no séc. XVII, na obra de Descartes, é legítimo perguntar como seria este entendido na Antiguidade. A interrogação é tanto mais pertinente quanto dela depende a compreensão da filosofia clássica.
O objectivo deste trabalho é seguir, no Poema de Parménides e nos diálogos platónicos, a transformação pela qual, a partir de um estado infalível, a cognição passa a ser encarada como um processo construtivo para o qual concorrem a «verdade» e a «falsidade».
Nesta perspectiva, a «teoria das Formas» e a «reminiscência» perdem os seus contornos míticos e dogmáticos para se assumirem como as bases racionais sobre as quais assentará o conhecimento.
O objectivo deste trabalho é seguir, no Poema de Parménides e nos diálogos platónicos, a transformação pela qual, a partir de um estado infalível, a cognição passa a ser encarada como um processo construtivo para o qual concorrem a «verdade» e a «falsidade».
Nesta perspectiva, a «teoria das Formas» e a «reminiscência» perdem os seus contornos míticos e dogmáticos para se assumirem como as bases racionais sobre as quais assentará o conhecimento.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896164911 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | julho de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 134 x 208 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 196 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 9789896164911 |
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