Pelas ruas de uma cidade sem nome

de Carla Ramalho
Editor: Coolbooks, setembro de 2016 ‧
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Uma prostituta que sonhava ser escritora.
Um escritor que tinha desistido de sonhar.
Uma estória que precisava ser contada.


Madalena, prostituta, perdida nas ruas de uma cidade sem nome, encontra na escrita o bálsamo para as exigências e a crueza da sua profissão. De noite suporta o peso dos homens que a procuram, de dia vagueia entre a solidão sufocante e o preconceito dos conservadores vizinhos. E é quando pensa que a vida já não a poderia surpreender que conhece João, um escritor que liberta os seus demónios no papel. As palavras que trocam e o combate aos pesadelos que os atormentam acabam por os levar numa sedutora mas perigosa descoberta.

Quanto vale um amor verdadeiro? Quanto vale uma estória com princípio, meio e fim?

Pelas ruas de uma cidade sem nome

de Carla Ramalho

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-766-070-2
Editor: Coolbooks
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978989766070213
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Um romance leve de ler

MC

Uma história de amor que nos lembra um clássico (que ainda não identifico porque desvendaria o essencial a trama) e que deixa, quase no final, a expectativa de algo mais. No final, esperava um outro desfecho mas a autora optou por uma escolha sensata. Uma leitura leve que merece ser descoberta.

Um amor inesperado

Sandra Martins

Adorei!!! Ofereceram-me o livro e adorei desde inicio. Com um começo que de todo não faz antever toda a envolvência de um encontro inesperado. Uma historia de amor muito bonita!!!

Fabuloso

Mª João Roques

Uma história envolvente, leitura leve que nos descontrai e prende do inicio ao fim.

Este fica connosco

Catarina Magalhães

Esta é uma história que fica connosco depois de terminada a leitura. É muito fácil ganharmos um certo carinho à Madalena e ao João, e querermos que tudo corra pelo melhor com eles, porque merecem muito. A escrita é ótima, muito poética, e transporta-nos para a casa de Madalena, para a livraria, para a arcada. Uma história para reler daqui a uns anos, e para partilhar, seguramente :)

Pelas ruas de uma cidade sem nome

Susana Reis

Acabadinho de ler! O meu feedback numa frase curta: Uma estória inquietante numa escrita envolvente... Gostei muito e aconselho vivamente!!! Já estou à espera do próximo...

Pelas ruas de uma cidade sem nome

Susana Reis

Acabadinho de ler. O meu feedback numa curta frase : Uma estória inquietante numa escrita envolvente... (rimei sem querer ¿). Gostei muito e aconselho vivamente!!! Estou à espera do próximo!

Leitura agradável

Maria Manuela Ferreira

Uma leitura muito boa, uma história muito bem contada. Uma leitura a não perder.

Um livro "viciante"

Elizabeth Seixo

Estou actualmente a ler o livro. Prende-nos desde o 1º capítulo. É "viciante" e só interrompo a sua leitura porque outros "valores mais altos se levantam". Volto a ele sempre e logo que possível. Brevemente saberei o desfecho.

A minha opinião.

Maria Silva

Trata-se de um livro de leitura fluida, interessante. Gostei do enredo e achei as personagens marcantes e bem definidas. Sem preconceitos a autora consegue envolvermos na vida de uma prostituta que separa o seu trabalho dos seus sonhos... E quando encontra o amor e pensa mudar o rumo... A autora cativa o leitor do princípio ao fim numa história atual. Leitura aconselhada. Parabéns! Aguardo outras histórias.

SOBRE O AUTOR

Carla Ramalho

Nasceu em Évora, em 1976. Acredita que foi por ter nascido alentejana que lhe veio o gosto pela escrita – a prosa das gentes e a poesia da planície tinham de extravasar. Licenciou-se em Sociologia e trabalha há vários anos na área social. A investigação, a formação profissional e os projetos de desenvolvimento local já a fizeram viajar um pouco pelo país. Até pela Europa. Mas é sempre à escrita que regressa. Nunca deixou de escrever. Para si, acima de tudo. E para os mais chegados que, simpaticamente e sem pensarem muito nas consequências, lhe elogiaram continuamente o jeito.

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