Pedigree

de Georges Simenon
Editor: Edições Asa, fevereiro de 2006 ‧
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A 13 de Fevereiro de 1903, nasce em Liège Roger Mamelin. Em redor da criança, os tios e as tias, os primos, mais tarde as pessoas a quem a mãe aluga quartos: todo um mundo de personagens com as suas alegrias e tristezas, qualidades e defeitos, particularidades e extravagâncias, como a do tio Léopold, protector do anarquista Marette, autor de um atentado… Depois vem a guerra, o despertar da sexualidade, a revolta também, assim que ganha consciência da sua pobreza e da mediocridade do mundo que o rodeia. Ele evitará in extremis o caminho da delinquência e do vício, resolvido a construir algures uma vida nova.

Romance autobiográfico, inesquecível descrição de uma Liège de nevoeiro e neve, Pedigree é seguramente uma das obras mais fortes de Georges Simenon, onde o escritor revela, através de um inventário exaustivo, as chaves essenciais do seu universo romanesco.

"Uma das suas obras-primas."
L’Express

"Pedigree é a obra-prima de Simenon."
L’ Humanité

"Um grande romance."
Lire

"Um livro fundamental."
Le Devoir

Pedigree

de Georges Simenon

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724145426
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 215 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 522
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724145426
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Georges Simenon

Georges Simenon (Liège, 1903 - Lausanne, 1989) começou a sua carreira como repórter e autor de romances populares, que assinava sob vários pseudónimos. Em 1931, escrevendo pela primeira vez em nome próprio, publicou Pietr-le-letton, que apresentou aos leitores o célebre comissário da polícia parisiense Jules Maigret, personagem que revisitaria em romances e contos ao longo das quatro décadas seguintes, ao mesmo tempo que o conjunto mais vasto da sua obra, composto em especial por criações literárias que o autor apelidaria de romans durs - romances duros, porque de escrita exigente -, forjava a sua reputação como um dos escritores essenciais do século XX. Traduzidos em mais de cinquenta línguas, lidos por várias gerações, os romans durs inspiraram dezenas de adaptações ao cinema por realizadores como Jean Renoir, Michel Audiard, Claude Chabrol ou Béla Tarr, e constituem um dos corpus literários mais notáveis e duradouros do cânone ocidental.

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