Os Pavões de Gori

de Filomena Cabral
Editor: Editorial Caminho, julho de 2010 ‧
Decalcando exemplos do passado, as mesmas potências decidiam provocar-se entre si, uma vez ainda, e pelo caminho outras; como que enfastiadas da ameaça terrorista, tentavam algo mais assustador. E se, nesse mesmo Agosto, renascera, no pólo da democracia, a esperança mobilizadora, em Gori, pelo contrário, parecia observar-se a tentativa do caos. Será sempre urgente, embora com algum lirismo, o respeito pela reserva de sonho, pela teimosia — qual vício da alma —, pela consciência dos lugares moribundos, no contexto da narrativa historiográfica: permite-nos olhar de frente os poderosos e dialogar com eles, como se todos fôssemos eternos, por interposto meio. Jamais deixarão de esconder, e nós de denunciar. O escritor, sendo um ponto de passagem para o texto, «decifra traços», com a necessária prudência: o mundo não esquece, acomoda-se.

Os Pavões de Gori

de Filomena Cabral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726959212
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: julho de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 236 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 195
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726959212

SOBRE O AUTOR

Filomena Cabral

Nasceu no Porto.
Poeta, ficcionista e jornalista, tem participado em diversas Bienais Internacionais do Livro (S. Paulo, Rio de Janeiro) e na Feira Internacional de Cultura de Brasília; em Congressos de Língua e Literatura Portuguesas, organizados por universidades estaduais e federais (Universidade de S. Paulo - USP, Universidade Estadual de S. Paulo - UNESP, Pontifícias Universidades Católicas de S. Paulo e Rio de Janeiro - PUC, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade de Campinas - UNICAMP e Universidade Fedral de Pernambuco, Olinda). Participou ainda no I Congresso de Literaturas Lusófonas e Simpósio Internacional Mulher e Cultura (Santiago de Compostela), nos Encontros Internacionais de Poesia em Strugga (Macedónia) e Yverdon (Suíça) e no I Congresso de Literaturas Americanas, no Rio de Janeiro. Foi convidada pela Secretaria de Estado da Educação de S. Paulo para as Comemorações dos 500 Anos da Descoberta do Brasil, onde integra a Academia Lusíada de Ciências, Letras e Artes.
No "Memorial da América Latina", recebeu o Prémio Especial de Literatura Portuguesa, da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), em S. Paulo, e o Diploma de Mérito Cultural, pela Câmara Brasileira do Livro (Brasília). Nos EUA, foi considerada Woman of the Year, em 2001, e World Citizen, em 2002, pelo American Biographical and Research Institute; em 2003, foi-lhe atribuído o International Peace Prize, por The United Cultural Convention of the USA (Organização Internacional e Multicultural).

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