Os Parricidas

de Luís Novais
Editor: Esfera do Caos, fevereiro de 2009 ‧
Mais do que um livro escrito na primeira pessoa por um alienado mental, "Os parricidas" faz-nos reflectir sobre os pés de barro dos nossos dogmas civilizacionais e lança-nos nos abismos das pseudocertezas do Homem moderno.

Livro perturbador, que nos deixa amarrados às suas páginas, num estado de perplexidade, como se estivéssemos aprisionados por uma grande paixão.
Livro singular, que diz o que pensamos mas não sabemos dizer, que descreve o que sentimos sem o confessarmos, que fala em nome dos que não têm voz, que abre uma porta para a superação.
Talvez o livro da consagração do autor como um dos romancistas portugueses mais incisivos da actualidade.

Os Parricidas

de Luís Novais

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898025449
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 223 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898025449

SOBRE O AUTOR

Luís Novais

Um dia perguntaram-lhe quem seria ele na tripulação dum barco. Respondeu que o barco seria um veleiro e que ele seria o vento.
E é com a mesma energia do vento que tem abraçado os projectos por onde tem passado. "Não me orienta a vontade de liderar. Motiva-me sonhar. Sonhar é o vento da concretização. É a força que faz mover o mundo."
Cidadão do Mundo nascido em Braga no ano de 1966 é o mais velho de uma família de cinco irmãos.
Editado em Portugal e no Brasil, até ao momento escreveu seis obras de ficção: Quando o Sol se põe em Machu Pichu, Os Parricidas, O Heróico Major Fangueira Fagundes (com todolos seus anexos), Crónica d'Orelhudos, Crítica das Razões Impuras (Teatro) e Platão em Miami Beach (a sair brevemente).
Referindo-se à sua obra, Vitor Aguiar e Silva disse que "Luis Novais é um "cronista" que maneja habilmente uma técnica narrativa complexa e que utiliza com domínio soberbo uma escrita de incomum riqueza estilística, desde o nível lexical até ao plano metafórico".
Luís Novais vive entre Braga, Lisboa e o resto do mundo. "Vivo algures num ponto indeterminado. Um ponto que fica entre a realidade e o sonho. Sonho que é sonho da própria realidade ou que é realidade sonhada."

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