Os Irmãos Karamázov

de Fiódor Dostoiévski

idioma: português do brasil
editor: Martin Claret, janeiro de 2013
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Os irmãos Karamazóv é o ultimo romance de Dostoiévski. No fundo, ele resume toda a criatividade do escritor, trazendo á baila as malditas questões existenciais que o afligiram a vida inteira, com especial relevo para o flagrante degradação moral da humanidade afastada dos ideiais cristão. Cheia de peripecias , a narativa põe em foco três protagonistas irmãos, representantes dos mais diversos aspectos da realidade russa - o libertino Dmitri, o niilista Ivan e o sublime Aliocha - , a fim de alumiar as profundezas insondáveis do coração entregue ao pecado, corrompido por dúvidas ou transbordante de amor.

Os Irmãos Karamázov

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9788572329415
Editor: Martin Claret
Data de Lançamento: janeiro de 2013
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 170 x 240 x 68 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 912
Tipo de produto: Livro
Coleção: A Obra-Prima De Cada Autor
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788572329415
Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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