Os Crimes da Estátua Dourada

de Robert Van Gulik
Editor: Gótica, fevereiro de 2007 ‧
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Em Os Crimes da Estátua Dourada, no início da sua carreira de magistrado, o juiz Dee desvenda o assassínio do seu antecessor em Peng-Lai, cidade nordestina da província de Shantung. Uma tenebrosa rede de criminosos que se estendia à capital do Império tinha sido parcialmente desmontada pelo malogrado juiz Wang. Os bandidos, ávidos de riqueza, não hesitavam em cometer as maiores atrocidades para atingirem os seus objectivos. Urgia dar combate às forças do mal. Destemido e sagaz, o magistrado Dee desenvolve perigosas investigações na descoberta do cérebro da maquiavélica conspiração.

«Mesmo entre os romances que, sem risco de inexactidão, podemos considerar comerciais, há vários casos de boa qualidade literária. Cito apenas um: o de Robert van Gulik, que escreveu toda uma série de romances em que, curiosamente, combina um enquadramento histórico - a China do séc. VII d.C. - com o género policial.»
João Aguiar

«O juiz Dee realmente viveu. As tramas agora descritas, acrescentadas de pormenores que a imaginação do autor recupera, servem simultaneamente para desvendar alguns costumes da época e de cultura, servidos pelo exercício dedutivo que se impõe aos casos de polícia. Encantador.»
Expresso

«Se o leitor ainda não descobriu o Juiz Dee e o seu fiel ajudante Sargento Hong, invejo-lhe o prazer inicial que provém da descoberta de uma grande história de detectives.»
Los Angeles Times

Os Crimes da Estátua Dourada

de Robert Van Gulik

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727921904
Editor: Gótica
Data de Lançamento: fevereiro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 232 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 220
Tipo de produto: Livro
Coleção: Nocturnos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789727921904

SOBRE O AUTOR

Robert Van Gulik

Robert Van Gulik nasceu na Holanda em 1910.
Depois de ter estudado direito e política em Leyden e Utreque, iniciou uma carreira diplomática que o faria permanecer no Oriente durante quase toda a vida.
Erudito e poliglota (falava holandês, inglês, japonês, malaio, javanês, latim e grego, mas também chinês e russo), o seu nome está associado a importantes estudos sobre a cultura chinesa. Foi em 1948, no Japão, que traduziu um romance policial chinês, o Dee Gong Na ou Casos Resolvidos pelo Juiz Dee. Inspirado nesta e noutras antigas narrativas chinesas, Van Gulik escreveu dezassete histórias policiais fictícias tendo como personagem principal o juiz Dee, que dão a conhecer ao leitor ocidental muitos aspectos da vida social da China antiga.

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