Os Cinco Sentidos

de Michel Serres

idioma: português do brasil, português
editor: Bertrand Brasil, janeiro de 2001
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Um texto fascinante, que desperta a atenção e, por vezes, a tensão do leitor, pela rapidez estonteante com que o autor passeia de um ponto a outro das várias formas do conhecimento. Escrito numa linguagem viva e não-linear, em Os Cinco Sentidos Michel Serres aguça-nos a curiosidade. Nesta aventura filosófica o autor propõe uma cultura da mestiçagem, na qual se atém aos opostos: o duro e o suave, o claro e o escuro, o antigo e o contemporâneo, o monoteísmo e o politeísmo, o branco e o preto.
Liberto de todo o lugar-comum ou jargão, sobretudo o académico, Os Cinco Sentidos revela uma linguagem que passa directo, do rigor matemático à mais pura poesia e do termo exacto a uma profusão de palavras.
O livro une, com toda a naturalidade, Hermes e Cinderela, a morte de Sócrates e a Última Ceia, a metafísica e o desporto, a literatura, a geometria, os mitos, as artes, as musas, a paisagem, enfim, os dados pelos quais se podem descobrir e celebrar as belezas do mundo. "Os cinco sentidos, ainda no início de uma outra aventura, fantasma de real timidamente descrito em um fantasma de língua, eis meu ensaio."

Os Cinco Sentidos

de Michel Serres

Propriedade Descrição
ISBN: 9788528608441
Editor: Bertrand Brasil
Data de Lançamento: janeiro de 2001
Idioma: Português do Brasil, Português
Dimensões: 158 x 227 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 364
Tipo de produto: Livro
Coleção: Filosofia dos Corpos Misturados
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788528608441
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Michel Serres

Michel Serres nasceu a 1 de setembro de 1930, em Agen, França. Frequentou a Escola Naval e, posteriormente, a Escola Normal Superior de Paris, onde se graduou em Matemática, Letras e Filosofia. Foi oficial da Marinha francesa antes de se tornar professor universitário. Doutorou-se em Letras em 1968. Durante a década de 60, ensinou nas Universidades de Clermont-Ferrand e Vincennes e, mais tarde, foi nomeado para dar aulas de História da Ciência na Sorbonne, onde ainda leciona. Também é professor titular da Universidade de Stanford desde 1984. Membro da Academia Francesa desde 1990, é autor de numerosos ensaios. Pensador de grande originalidade, rompe com o desconstrucionismo, preferindo um pensamento de índole mais analítica e pragmática do que abstrata. É um dos raros filósofos contemporâneos a propor uma visão do mundo que associa as ciências e a cultura. Pela Guerra e Paz, publicou os ensaios: Antes É que Era Bom! e Tempo de Crises.
Faleceu no dia 1 de junho de 2019, aos 88 anos.

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