Orbe

de Paulo Teixeira
Editor: Editorial Caminho, novembro de 2005 ‧
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A Acrópole desde a colina das musas
Jardim de pedra suspenso
como um catafalco
no alto da colina abrupta

em capítulos de mármore do Pentélico
o vocabulário das duas ordens clássicas
dá-se a ler no movimento leve da luz sobre as colunas

"É na 'ideia do viajante que lança um último olhar sobre um mundo que se sente ameaçado' que se baseia o novo livro de Paulo Teixeira. 'Orbe sugere um périplo pelo crepúsculo do império romano, ao mesmo tempo que se estabelecem correspondências com o tempo que nos coube a nós viver'."
JL

"Paulo Teixeira é um poeta que leva os seus versos por singular rumo, sempre nas margens da História."
Magazine Artes

"Paulo Teixeira [um dos poetas mais representativos revelados na década de 80] retoma em 'Orbe' a linha de grande rigor e exigência da sua escrita."
Gastão Cruz, Público, Mil-Folhas

"Os textos são atravessadas por uma homenagem a Sophia, que amava estes cenários e escrevia com uma grande depuração hierática; mas, ao contrário de Sophia, Teixeira nunca tenta a luminosidade do aforismo os seus poemas fazem-se de sílabas bem medidas, de uma prosódia sólida, de uma maturidade evidente da forma e da linguagem. [...] Orbe vale como conjunto, mas uma leitura minuciosa detecta em cada poema inúmeras mensagens pessoais e políticas, que não se restringem à Antiguidade."
Pedro Mexia, Diário de Notícias

Orbe

de Paulo Teixeira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722117494
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: novembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 210 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Coleção: O Campo da Palavra
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722117494
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Paulo Teixeira

Paulo Teixeira nasceu em Moçambique, em 1962. Reuniu a obra poética, publicada a partir de 1985, no volume O Último Poeta Romano, que inclui o livro inédito Calepino (2020). Publicou também, nesse ano, A Comoção do Mundo, escrito com uma bolsa de criação literária atribuída pela DGLAB/Ministério da Cultura. A sua última incursão neste domínio tem por título A Boda dos Tempos (2024).
Fez parte, por indicação testamentária do próprio poeta, da Fundação Luís Miguel Nava, do júri do Prémio de Poesia por ela atribuído e exerceu as funções de codiretor da revista Relâmpago.
Foi escritor convidado do D. A. A. D. (Deutscher Akademischer Austauschdienst) para uma permanência de um ano em Berlim. Efetuou residências literárias na Maison des Écrivains Étrangers et des Traducteurs de Saint-Nazaire, em França, e na Fundação Sacatar, no Brasil, país onde viveu durante a última década.

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