Obra Reunida

de Manuel de Lima

editor: Ponto de Fuga, maio de 2019
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Atravessada por um humor negro e absurdo com tonalidades surrealistas, a obra de Manuel de Lima (1915-1976) aparece finalmente reunida num único volume, incluindo reproduções de documentos dispersos ou inéditos que ajudam a conhecer melhor este criador singular na ficção portuguesa e a sua personalidade tão misteriosa como fascinante.

«Transporta-nos admiravelmente para o mundo da ficção, e de uma maneira girandolesca que é rara entre os nossos autores.»
Almada Negreiros

«Manuel de Lima sonha na nossa cabeça.»
António Maria Lisboa

«Mestre do nonsense português.»
«Leiam o que deixou publicado. Não se arrependerão.»
Luiz Pacheco

«O Boris Vian português.»
João Pedro George

Obra Reunida

de Manuel de Lima

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898881069
Editor: Ponto de Fuga
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 233 x 41 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 592
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898881069
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Uma Obra Única

Carlos Bolacha

Aqui pode-se conhecer, admirar e amar a obra magnifica de Manuel de Lima, surrealista, realista, inventor

Manuel de Lima

Embora sempre tenha mantido um secretismo obstinado em torno da idade, sabe-se de fonte segura que Manuel de Lima nasceu a 12 de agosto de 1915, em Lisboa. Sabe-se também que terá sentido o chamamento da música e estudado violino no Conservatório, após o que tocou na rua e em orquestras sinfónicas, na Ópera, no Ballet, nas fossas de teatros, em estrados de cabarés e de paquetes. À vida aventurosa e cronicamente precária foi colher muitos dos elementos da sua ficção.
Publicou a primeira novela, Um Homem de Barbas, em 1944, sob os auspícios de Almada Negreiros. Seguiram-se Malaquias ou A História de Um Homem Barbaramente Agredido — romance editado em 1953 na Contraponto, de Luiz Pacheco —, O Clube dos Antropófagos (teatro, 1965; novela, 1973) e A Pata do Pássaro Desenhou uma Nova Paisagem (novela, 1972). Integrante do grupo do Café Gelo, tutelado por Mário Cesariny, e íntimo de Natália Correia, foi também artista plástico, destacando-se ainda como um dos mais temidos críticos musicais do país. Morreu em Lisboa a 29 de outubro de 1976.

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