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O Senhor Diabo

de Eça de Queiroz
Editor: Book Cover Editora, fevereiro de 2026 ‧
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Em O Senhor Diabo, conto pertencente ao livro Prosas Bárbaras, Eça começa por dizer:
"Como está provado que sou redondamente inapto para escrever Revistas, dizer finamente das Modas, e falar da literatura contem­porânea herdeira honesta do defunto Sr. Prudhomme, é justo, ao menos, que de vez em quando conte uma história amorosa…", deixando-nos, depois, curiosos com a questão "Conhecem o Diabo?".

Esta edição conta com mais três contos de Eça de Queirós: Outro Amável Milagre, A Catástrofe e Um Dia de Chuva.

O Senhor Diabo

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899267336
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 208 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 76
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899267336

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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