O Rotters Club

de Jonathan Coe
Editor: Edições Asa, abril de 2002 ‧
Bret Easton Ellis considera Coe (n. 1961) « o mais estimulante autor britânico da actualidade ». Dos seus cinco romances, quatro estão traduzidos em português. O mais recente é este “O Rotters’s Club”, cuja acção se situa nos anos 70, as personagens são adolescentes em idade escolar e a escola é um microcosmos do mundo cá fora. Estão lá também os temas que marcaram a década: o terrorismo (do IRA), a luta de classes numa Inglaterra que caminhava para o thatcherismo, com o desemprego a subir. Está lá a pop britânica dos seventies. Está lá a história literária, com envios para as obras de Joyce ou Fielding, por exemplo.

"Este livro deve ser lido por todas as pessoas que foram adolescentes nos anos 70 e já se esqueceram como era. E também por todas as pessoas que ainda não eram nascidas nessa época e portanto não sabem como era. " [...] a quantidade de personagens, que os diferentes pontos de vista, os diferentes suportes narrativos (cartas, entradas de diários, comunicações, artigos de jornais e de revistas, transcrições de entrevistas, etc.) utilizados, as emoções que nos transmite e as gargalhadas que nos arrebata fazem de Jonathan Coe um escritor a ler absolutamente."
Isabel Coutinho, Público, "Mil Folhas", 20.09.03

O Rotters Club

de Jonathan Coe

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724131627
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 240 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 464
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724131627
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Jonathan Coe

Jonathan Coe nasceu em Birmingham, em 1961. É autor de variados romances e livros de não-ficção, de que se destaca A Vida Privada de Maxwell Sim (nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award 2012), e vencedor de prémios como o John Llewellyn Rhys Prize 1995, Melhor Livro Estrangeiro de 1996, em França, o Writers’ Guild Best Fiction Award 1997, o Médicis Étranger 1998 e I Prémio Europeu dos Jovens Leitores. Em 2004, foi nomeado Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras de França.
Com O Coração de Inglaterra (Prémio Literário Costa 2019), publicado pela Porto Editora, encerrou a trilogia «não oficial» de que também fazem parte O Rotters’ Club (2001) e O Círculo Fechado (2004), na qual apontou com humor as fragilidades da moderna sociedade britânica, em particular as que o Brexit veio pôr em evidência.
O Sr. Wilder & Eu, o seu mais recente romance, recupera a vida do conhecido realizador de cinema americano Billy Wilder.

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