O Prazer do Texto

Livro 1

de Roland Barthes
Editor: Edições 70, abril de 2001 ‧
Nesta obra se apresenta a história dos dezasseis primeiros séculos do cristianismo, até ao tempo das Reformas.Começa-se por uma indicação dos grandes factos da política e das condições da vida social, a título de sumário, sem dúvida, mas também para recordar que a Igreja, feita de homens, está incarnada numa história que a marca e que ela marca. Vêm, em seguida, os aspectos principais da vida eclesial, a sua expansão, a sua organização e os seus ritos, a história do papado e a do monaquismo, as correntes de pensamento e os escritores. Estas páginas, de grande utilidade, permitirão apreender como que num só olhar a evolução da Igreja.

O Prazer do Texto

de Roland Barthes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724405728
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 205 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 120
Tipo de produto: Livro
Coleção: Signos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9789724405728
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Roland Barthes

Roland Barthes (Cherbourg, 12 de novembro de 1915 — Paris, 26 de março de 1980) foi um escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês.

Formado em Letras Clássicas em 1939 e Gramática e Filosofia em 1943 na Universidade de Paris, fez parte da escola estruturalista, influenciado pelo lingüista Ferdinand de Saussure. Crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses nos anos 50. Entre 1952 e 1959 trabalhou no Centre national de la recherche scientifique - CNRS.

Barthes usou a análise semiótica em revistas e propagandas, destacando seu conteúdo político. Dividia o processo de significação em dois momentos: denotativo e conotativo. Resumida e essencialmente, o primeiro tratava da perceção simples, superficial; e o segundo continha as mitologias, como chamava os sistemas de códigos que nos são transmitidos e são adotados como padrões. Segundo ele, esses conjuntos ideológicos eram às vezes absorvidos despercebidamente, o que possibilitava e tornava viável o uso de veículos de comunicação para a persuasão.

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